Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Alongamento não substitui aquecimento antes do treino, explicam orientações

Preparar o corpo envolve elevar gradualmente a atividade, mobilizar articulações e repetir movimentos próximos aos do exercício.

Alongamento não substitui aquecimento antes do treino, explicam orientações

Alongar antes do treino pode fazer parte da rotina, mas não deve ser o único preparo para correr, pedalar, levantar peso ou praticar um esporte. O aquecimento também precisa aumentar aos poucos a temperatura corporal, a circulação e a frequência cardíaca, além de aproximar o corpo dos movimentos que serão realizados.

A ideia de que alguns minutos de alongamento estático evitariam lesões perdeu força. Revisões sobre o hábito de alongar imediatamente antes do exercício não encontraram redução consistente no risco geral de lesões. O alongamento continua podendo contribuir para a flexibilidade e a amplitude de movimento, mas não funciona como proteção automática contra distensões, entorses e outros problemas.

O que incluir no preparo

O alongamento estático, feito ao sustentar uma posição por alguns segundos, produz uma resposta diferente da provocada pelo aquecimento. Caminhar, pedalar devagar e executar movimentos dinâmicos fazem o corpo sair progressivamente do repouso e se aproximar da condição exigida pelo treino.

Uma preparação pode reunir movimentos leves para elevar a frequência cardíaca, mobilidade das articulações mais exigidas, movimentos dinâmicos com amplitude progressiva e séries mais leves do próprio exercício antes da carga principal. O alongamento estático pode entrar quando houver uma razão específica para usá-lo.

Antes de agachar com carga, por exemplo, é mais específico realizar agachamentos leves e progressivos. Para correr, caminhar e depois trotar aproxima o corpo do gesto que será repetido. Elevação de joelhos, rotações controladas, avanços, agachamentos sem peso e movimentos de braços também podem ser adaptados à atividade do dia.

Quando ter cuidado com o alongamento estático

Alongamentos longos, feitos imediatamente antes de atividades que dependem de força, potência ou explosão, podem reduzir temporariamente o desempenho muscular em algumas situações. Sessões curtas têm efeito bem menor, mas ainda não devem substituir um aquecimento ativo.

Isso não significa abandonar completamente o alongamento. Quem precisa de determinada amplitude para executar um movimento pode incluí-lo e, depois, fazer uma preparação dinâmica e específica antes da série principal.

É preciso usar equipamento?

Não. Marchar no lugar, fazer polichinelos leves, mobilizar quadris e ombros ou repetir o movimento do treino com menos intensidade já pode cumprir a função de aquecer. Bicicleta ergométrica e esteira são alternativas: a primeira pode ser usada antes do treino de pernas, enquanto a segunda permite elevar progressivamente a velocidade antes de uma corrida.

Uma rotina simples começa com atividade leve, passa por movimentos dinâmicos e termina com versões mais fáceis dos exercícios principais. O tempo necessário varia conforme a sessão. Um treino pesado, uma corrida rápida ou um dia frio podem exigir uma preparação mais longa do que uma atividade leve.

O ponto central é diferenciar alongamento de aquecimento. Alongar pode continuar na rotina, mas preparar o corpo exige movimento, aumento progressivo do esforço e contato prévio com os gestos do exercício. A transição gradual entre repouso e atividade evita começar diretamente pela carga máxima.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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