Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Augusto Cury defende reajuste maior para o Bolsa Família em agenda em São Paulo

Candidato afirmou que o benefício deveria subir 30% ou mais e prometeu manter os pagamentos para trabalhadores formalizados.

Em SP, Augusto Cury diz que reajuste do Bolsa Família deveria ser de ’30% ou mais’

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou neste sábado (19) que o reajuste de 15% do Bolsa Família deveria ter sido maior e aplicado no início do ano. Durante uma agenda no Ceagesp, na zona oeste de São Paulo, ele defendeu uma correção de “30% ou mais” no benefício.

O decreto foi assinado pelo presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na quinta-feira (17). A mudança acompanha a inflação medida pelo INPC entre março de 2023 e agosto de 2026. Com o reajuste, o valor mínimo pago às famílias passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de 1º de outubro.

Crítica ao momento do anúncio

Cury disse que o período escolhido para anunciar a medida indicaria uso eleitoral do programa. “Nós não podemos usar as dores das pessoas para ganhar voto”, afirmou.

O candidato declarou que considera o Bolsa Família um projeto importante e que não pretende encerrá-lo. Caso seja eleito, prometeu manter o pagamento para quem conseguir emprego com carteira assinada ou se formalizar como microempreendedor individual.

Segundo Cury, a proposta apresentada ao TSE prevê que trabalhadores que assinarem a carteira não percam o benefício. Quem abrir uma MEI continuaria recebendo o pagamento durante um período de adaptação. “Você será premiado se abrir uma MEI e se também assinar sua carteira”, declarou.

As regras atuais já permitem que famílias que passam a ter renda formal, como trabalhadores com carteira assinada ou microempreendedores individuais, recebam metade do benefício por um período determinado. A condição é que a renda por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo. Cury não detalhou a diferença entre sua proposta e o mecanismo em vigor.

O candidato também voltou a defender a divisão do BNDES na primeira semana de um eventual governo. Pela proposta, metade dos recursos seria destinada a micro e pequenas empresas, com juros de 4% a 6% ao ano. Ele afirmou que a medida permitiria a beneficiários do Bolsa Família, moradores de comunidades e alunos de escolas públicas abrir os próprios negócios.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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