Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Caiado critica Flávio Bolsonaro em disputa sobre Nossa Senhora Aparecida

Candidato do PSD pediu respeito às religiões e afirmou que o adversário amplia a repercussão da controvérsia nas redes sociais.

"Respeite as religiões e a fé do povo", diz Caiado para Flávio Bolsonaro

Ronaldo Caiado (PSD) voltou a criticar Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nesta segunda-feira (28/9), após a circulação de publicações que associaram o senador a uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Caiado afirmou que as explicações do adversário têm ampliado a repercussão do episódio e pediu respeito às diferentes manifestações religiosas.

Em uma publicação nas redes sociais, o candidato disse que Flávio Bolsonaro estaria acusando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de ser conivente com a polêmica. Na sequência, escreveu: “Tenha respeito pelas religiões e pela fé do povo brasileiro!”.

A controvérsia envolve um projeto apresentado pelo então deputado Victorio Galli em 2007 e arquivado pela Câmara dos Deputados em agosto de 2008. Não há relação entre Flávio Bolsonaro e a proposta, embora trechos de uma discussão exibida no programa Em Pauta, da GloboNews, tenham circulado nas redes com essa associação. O canal corrigiu a informação e pediu desculpas. Flávio negou ter defendido qualquer iniciativa para mudar a condição de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.

Críticas durante a campanha

As manifestações de Caiado começaram no sábado (26/9), quando ele afirmou ser católico e devoto de Nossa Senhora das Graças e criticou a ideia de apagar Nossa Senhora Aparecida da história do Brasil. No domingo (27/9), depois de participar de uma missa na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santa Edwiges, em Goiânia, o candidato defendeu que a disputa eleitoral não se transformasse em conflito religioso.

Caiado relacionou sua fé à defesa da liberdade religiosa e afirmou que cada pessoa deve ter o direito de escolher e exercer sua religião. Também disse que divergências políticas não deveriam interferir nesse direito.

Na ocasião, o candidato afirmou: “Nós temos que respeitar todas as religiões”. Ele também declarou que o ambiente de hostilidade havia ultrapassado os limites da disputa eleitoral e que o ódio estaria distorcendo o equilíbrio da campanha e da convivência entre as pessoas.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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