Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Caiado diz que não depende de Bolsonaro para disputar a Presidência

Candidato do PSD também defendeu sigilo aberto em investigações e autonomia dos governadores sobre câmeras corporais.

Caiado sobre Flávio Bolsonaro: 'Personagem criado para disputar uma eleição'
Foto: Reprodução/UOL

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta sexta-feira (4) que construiu a própria trajetória política e não depende de vínculo com outros nomes para disputar a eleição. A declaração foi feita ao comentar Flávio Bolsonaro durante uma sabatina.

"Eu não sou um personagem criado para disputar uma eleição", disse Caiado. Ele afirmou ter orgulho do nome e do sobrenome e declarou que sua apresentação aos eleitores vai além da carteira de identidade.

Pesquisas e segundo turno

Caiado também falou sobre Augusto Cury (Avante), que o ultrapassou nas pesquisas eleitorais divulgadas nesta semana e passou a ocupar o terceiro lugar. Para o candidato do PSD, Cury tem o direito de apresentar sua candidatura. Caiado acrescentou que os eleitores vão decidir até 4 de outubro quem deverá enfrentar Lula no segundo turno.

Durante a entrevista, o candidato foi questionado sobre a crise entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), iniciada depois que André Mendonça retirou o sigilo de investigações da Polícia Federal. O documento revelou troca de mensagens entre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e Alexandre de Moraes.

Caiado defendeu a abertura dos sigilos das investigações. Ele disse que solicita essa medida há mais de três semanas para que a sociedade conheça as informações levantadas sobre os políticos que disputam a eleição.

Se for eleito, o candidato afirmou que pretende propor reformas no Supremo. Entre as ideias citadas estão a escolha de ministros com mais de 60 anos, a análise do currículo dos indicados por autoridades ligadas à Justiça e a criação de um período de quarentena para que futuros ministros assumam cargos políticos antes e depois de ocupar uma vaga na Corte.

Câmeras corporais

Caiado declarou ser contrário ao uso de câmeras corporais por policiais, mas não detalhou os motivos. Ele negou que a posição represente tolerância a abusos e defendeu que cada governador decida se adotará os equipamentos.

"Cada governador tem a sua opção", afirmou. Segundo Caiado, a polícia deve garantir a segurança pública, enquanto a decisão sobre o uso das câmeras deve caber aos governos estaduais.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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