Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Caiado defende investigação de Moraes em retorno à campanha em Goiás

Em evento com aliados e prefeitos, candidato do PSD afirmou esperar que o STF autorize a apuração sobre o ministro.

Caiado volta à campanha e cobra afastamento de Moraes durante evento em Goiás

Ronaldo Caiado, candidato à Presidência da República pelo PSD, defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize uma investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes. A declaração foi feita nesta terça-feira (15), durante um evento político em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana de Goiânia.

O encontro reuniu aliados e pelo menos 120 prefeitos goianos. Também participaram lideranças da base governista, entre elas Daniel Vilela (MDB), atual governador de Goiás e candidato à reeleição.

Ao comentar o julgamento no STF sobre a possibilidade de investigar Moraes, Caiado disse esperar que os ministros atendam ao que considera ser uma expectativa da sociedade brasileira. “Eu acredito que o Supremo Tribunal Federal dará aquilo que toda a sociedade brasileira deseja nesse momento, que é a investigação do ministro Alexandre de Moraes.”

O candidato também associou o caso ao cenário político e jurídico do país. Para Caiado, a situação representa um risco à democracia brasileira. “É um momento que você vê que o Brasil, com esse nível de irresponsabilidade, com essa imoralidade que hoje alcança a vida política e jurídica do país, está levando à deterioração da democracia brasileira”, declarou.

Retorno aos compromissos públicos

O evento marcou o primeiro compromisso de campanha de Caiado desde que ele recebeu alta médica. O ex-governador de Goiás havia sido internado em São Paulo para tratar uma pneumonia.

Com a participação de prefeitos de diferentes municípios do estado e de aliados políticos, o encontro marcou a retomada da agenda pública do candidato após o período de afastamento provocado pela doença.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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