Colocar roupas encharcadas diretamente na secadora pode aumentar o tempo de funcionamento do aparelho. Uma alternativa é usar uma centrifugação forte na lavadora antes de transferir as peças para o tambor aquecido. A remoção mecânica da água exige menos eletricidade do que a evaporação por calor e deixa a carga mais leve para a etapa seguinte.
Na Nova Zelândia, diretrizes oficiais recomendam usar a maior velocidade de giro compatível com cada tipo de fibra. A agência EECA reforça que a força centrífuga retira líquidos com rapidez, reduzindo a necessidade de ciclos prolongados de secagem.
Como aplicar a orientação
Antes de escolher a velocidade máxima, é importante verificar os símbolos de lavagem nas etiquetas. Nem todas as roupas suportam a rotação mais intensa: tecidos resistentes aceitam giros vigorosos, enquanto peças sensíveis exigem mais cuidado para evitar desgaste nas costuras e nas bordas.
Também é recomendado separar materiais pesados dos leves. Toalhas e roupas de cama toleram uma centrifugação mais forte e liberam bastante água. Já artigos frágeis podem ser danificados se forem comprimidos por peças pesadas durante o movimento.
A orientação prática é equilibrar as cargas, conferir as etiquetas e retirar o excesso de água na lavadora antes de iniciar a secagem. Em períodos úmidos, quando a dependência da secadora aumenta, esse procedimento pode resultar em ciclos mais curtos e menor consumo de energia.
Além de ajudar no orçamento doméstico, cargas menos molhadas reduzem o esforço mecânico e térmico dos eletrodomésticos. Evitar o calor excessivo também contribui para conservar os tecidos. A recomendação, portanto, é aproveitar a centrifugação disponível na máquina de lavar e ajustar a intensidade de acordo com o material das roupas.







