Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Debate em Minas tem críticas à segurança e às isenções fiscais

Adversários de Mateus Simões questionaram a gestão da segurança pública, o orçamento estadual e a privatização da Copasa.

Candidatos ao governo de MG criticam Mateus Simões na “Band”

Mateus Simões (PSD) foi criticado por adversários durante debate eleitoral realizado na noite deste domingo (16.ago.2026), na TV Band Minas. Os candidatos questionaram medidas do atual governador de Minas Gerais e do ex-governador Romeu Zema (Novo), principalmente nas áreas de segurança pública e gestão orçamentária.

Participaram do encontro 5 candidatos cujos partidos têm mais de 5 cadeiras no Senado: Flávio Roscoe (PL), Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Gabriel Azevedo (MDB) e o próprio Mateus Simões. Patrus Ananias (PT) havia sido convidado, e sua equipe participou de reuniões com a emissora, mas o candidato não compareceu.

A atuação do governo na segurança pública foi um dos principais pontos de confronto. Alexandre Kalil afirmou que Simões “liquidou a Polícia Militar” e disse que o governo “há 13 anos está sucateando a Polícia Militar”. Gabriel Azevedo também criticou a condução do setor e afirmou que o Estado não concedeu o reajuste salarial acordado com a categoria.

Ainda segundo Gabriel Azevedo, o descumprimento dos compromissos do governo contribuiu para a expansão, em Minas Gerais, da atuação de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho.

Isenções e contas públicas

A dívida estadual e os benefícios fiscais para empresas também foram debatidos. A Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 prevê R$ 27 milhões em isenções fiscais. Kalil afirmou que o benefício é destinado a empresários “bons amigos” do governo e disse que, antes da atual gestão, o valor não passava de R$ 4 milhões.

O candidato reconheceu a existência de isenções necessárias, mas defendeu transparência sobre as empresas beneficiadas.

Gabriel Azevedo questionou ainda a privatização da Copasa, assinada pelo governador. Segundo ele, mais da metade da água em Minas Gerais não é tratada, e o próximo governante terá de cumprir metas de saneamento básico até 2033.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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