Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Brasil

Parques goianos preservam refúgios climáticos e nascentes do cerrado

Unidades reconhecidas pela Unesco protegem mais de trezentos e oitenta mil hectares e abrigam espécies ameaçadas, como lobo-guará e onça-pintada.

A localização central e o relevo variado ajudaram a preservar espécies do cerrado durante períodos de grandes mudanças ambientais. Nos parques goianos, planuras, escarpamentos, cânions e vales criam diferentes condições de altitude e umidade, formando refúgios para a fauna e a vegetação nativa.

Reconhecida pela Unesco como patrimônio mundial natural em dois mil e um, a área protegida reúne mais de trezentos e oitenta mil hectares no estado de Goiás. As unidades também resguardam nascentes e contribuem para bacias hidrográficas importantes do planalto central brasileiro.

Abrigo para espécies ameaçadas

A paisagem preservada inclui campinas, florestas, chapadões e formações rochosas. Esse conjunto oferece território para grandes mamíferos e ajuda a manter populações que enfrentam risco de extinção em áreas não protegidas.

Entre os animais citados estão o lobo-guará, o tamanduá, a onça-pintada e o veado-campeiro. O cerrado protegido também abriga aves raras e espécies botânicas que não ocorrem em outros biomas.

A alternância entre áreas planas e terrenos elevados favorece a circulação da fauna e permite que a vegetação acompanhe microclimas locais. Durante sucessivos milênios, esses ambientes serviram de abrigo enquanto outras regiões passavam por alterações de temperatura e umidade.

Visitação e conservação

A Chapada dos Veadeiros recebe visitantes interessados em cachoeiras, trilhas, mirantes e paredões de pedra. Entre as atividades estão banhos em piscinas naturais, caminhadas por cânions e observação de aves e da flora nativa.

A gestão do ICMBio estabelece regras para evitar danos aos solos frágeis e às nascentes. A organização da visitação busca conciliar o turismo ecológico com a proteção das áreas naturais.

A presença de monoculturas no entorno reforça a importância da manutenção dos limites das unidades. A fiscalização e a pesquisa científica ajudam a conservar corredores ecológicos, nascentes e áreas que podem apoiar ações futuras de preservação e recuperação ambiental.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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