Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Cortes inspirados nos anos 1990 ganham versões adaptadas à rotina

Bob, pixie, camadas e franja voltam aos salões, mas o resultado depende da textura, do tempo para arrumar e da manutenção.

Os cortes de cabelo associados aos anos 1990 voltaram aos pedidos de salão, mas a referência não precisa ser reproduzida exatamente como aparece em uma fotografia antiga. Bob, pixie, camadas e franja podem ser ajustados à textura natural dos fios, ao tempo disponível para arrumar o cabelo e à frequência de manutenção que cada pessoa aceita ter.

O bob contorna a cabeça próximo ao maxilar ou ao pescoço. O chanel costuma se sobrepor a alguns tipos de bob, enquanto o pixie é curto e geralmente deixa nuca e laterais à mostra. Já as camadas distribuem os comprimentos e criam movimento. Franjas, risca central e acabamentos texturizados também fazem parte desse repertório, que reúne estilos diferentes em vez de uma única fórmula.

Para escolher, vale levar imagens do que agrada e do que a pessoa deseja evitar. Também ajuda explicar onde o cabelo deve terminar, quanto volume é aceitável e se o secador faz parte da rotina. Em fios cacheados, o encolhimento depois de secos precisa entrar na conversa sobre o comprimento.

Cada corte envolve uma troca. O bob ou chanel oferece uma linha mais definida, com variações de comprimento e acabamento. O pixie pode secar depressa, mas tende a perder o desenho conforme cresce e costuma exigir retoques mais frequentes. As camadas distribuem peso e dão movimento, embora o efeito dependa da textura. A franja enquadra o rosto, mas requer atenção ao crescimento diante dos olhos.

A ideia de um cabelo fácil de cuidar depende dos passos que a pessoa está disposta a fazer. Um bob alinhado em uma imagem pode exigir escova para manter aquele acabamento. Camadas longas podem pedir mais tempo na lavagem, mas menos visitas ao salão. Por isso, é importante perguntar como o corte ficará sem secador e como estará depois de seis semanas.

A adaptação deve considerar o comportamento natural dos fios. O profissional pode ajustar a altura das camadas, distribuir o peso e definir o comprimento da franja observando o cabelo seco. Um corte muito desfiado pode produzir efeitos diferentes em fios finos e densos, assim como um acabamento reto pode cair de maneiras distintas em cabelos lisos e crespos.

Química, quebra e crescimento também interferem na escolha. Durante uma transição de textura, alguns cortes podem acomodar duas estruturas por um período. Referências de frente, lado e costas ajudam a explicar o que realmente importa, como querer movimento sem perder comprimento na parte da frente.

A tendência dos anos 1990 funciona melhor como ponto de partida. Antes de decidir, vale perguntar como o cabelo ficará depois de lavado em casa, qual intervalo entre ajustes é razoável e o que pode mudar com a umidade do ar. O corte precisa fazer sentido também nos dias sem produção de foto.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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