Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Maringá combina parques históricos e planejamento urbano com bons índices sociais

Traçado criado nos anos 1940 preserva áreas verdes e avenidas amplas, enquanto a cidade supera a média nacional no IPS Brasil 2026.

Maringá combina parques históricos e planejamento urbano com bons índices sociais
Foto: Maringá une planejamento urbano e alta qualidade de vida//Créditos: Wikipedia

O planejamento urbano de Maringá, no noroeste do Paraná, continua visível nas avenidas amplas, nos canteiros arborizados e nas áreas verdes que integram a cidade. Esse desenho, criado antes da fundação oficial do município, convive hoje com um desempenho social acima da média nacional.

O projeto foi elaborado por Jorge de Macedo Vieira em 1943, inspirado em princípios associados ao conceito de cidade-jardim. A proposta levou em conta a topografia e distribuiu áreas para circulação, moradia, comércio e espaços públicos. A fundação oficial de Maringá ocorreu em 1947.

As vias mais largas estão entre os sinais mais marcantes desse plano. Em muitos trechos, os canteiros centrais arborizados formam corredores que reúnem trânsito, paisagismo e sombra. O traçado também ajuda a identificar as áreas mais antigas da cidade, embora não elimine congestionamentos nem questões atuais de mobilidade.

A vegetação foi incorporada ao projeto desde o início. Registros históricos do município indicam que três grandes áreas verdes permaneceram dentro do perímetro inicial, somando cerca de 1,2 milhão de m². A arborização de ruas e avenidas ampliou essa presença ao longo do tecido urbano.

Entre os espaços conhecidos estão o Parque do Ingá e o Parque dos Pioneiros, o Bosque 2. Além de referências ambientais e de lazer, eles reforçam a identidade associada ao apelido “Cidade Verde”.

No IPS Brasil 2026, Maringá obteve 70,87 pontos e ficou em 14º lugar entre os 5.570 municípios avaliados. A média nacional foi de 63,40 pontos. O índice reúne 57 indicadores distribuídos entre necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades.

O resultado, portanto, não considera apenas renda ou características urbanas. Saúde, educação, saneamento, segurança, moradia, informação, inclusão e oportunidades também fazem parte da avaliação. Por isso, a arborização não estabelece, sozinha, uma relação automática com qualidade de vida.

A particularidade de Maringá está na permanência de elementos do plano original mesmo depois da expansão da cidade. A combinação entre eixos centrais, parques, árvores e resultados sociais mensuráveis ajuda a explicar a atenção dada ao município.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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