Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Peplum ganha novas formas e deixa de lado o visual ajustado dos anos 2010

O volume na cintura reaparece em peças leves, estruturas assimétricas e sobreposições que ampliam as possibilidades de combinação.

A cintura volta a ganhar volume na moda, mas sem depender da blusa justa que marcou os anos 2010. O peplum reaparece em formatos mais soltos, assimétricos e arquitetônicos, incorporado a jaquetas, vestidos, tricôs e acessórios removíveis.

A mudança permite usar o detalhe com calças amplas, jeans reto e saias longas. Em vez de apertar a cintura e repetir uma combinação rígida, a proposta atual sugere a silhueta por meio da modelagem, do movimento e das proporções.

Uma construção que atravessa épocas

Peplum é uma extensão franzida, plissada ou estruturada que sai da região da cintura e cria volume sobre o quadril. A construção aparece em diferentes períodos da moda e retorna quando estilistas exploram o contraste entre uma parte central marcada e formas mais amplas.

O interesse recente também se relaciona à valorização de recortes, pregas e volumes visíveis. Esses elementos modificam a silhueta sem depender de estampas. O volume pode ser criado na própria roupa ou acrescentado como uma camada removível sobre uma peça básica.

O que diferencia a versão atual

Na década passada, o peplum era frequentemente associado a blusas curtas e ajustadas, usadas com saia lápis ou calça estreita. O babado costumava ser simétrico e a cintura aparecia marcada de forma mais rígida.

Agora, a proposta inclui barras alongadas, volumes irregulares e estruturas que lembram pequenas abas. Tecidos leves convivem com construções firmes, enquanto o detalhe aparece em blazers, vestidos fluidos, tops de malha, jaquetas e cintos removíveis.

Vestidos podem usar franzidos baixos para criar movimento. Blazers com abas estruturadas oferecem uma leitura mais gráfica. Já cintos e sobreposições permitem experimentar a tendência em roupas que já fazem parte do armário.

Como testar a tendência

Criar contraste com a parte de baixo é uma maneira de afastar o peplum do visual antigo. Calças amplas, jeans reto e saias longas ajudam a formar uma composição menos ajustada. Em uma produção monocromática, o volume aparece principalmente por causa da sombra e do movimento.

O comprimento também muda o efeito. Um peplum curto concentra a atenção na cintura, enquanto um modelo alongado cria uma passagem sobre o quadril. Experimentar a peça sentado e em movimento ajuda a observar o conforto e o caimento.

Para uma presença mais discreta, uma jaqueta com a barra levemente aberta pode substituir um babado evidente. Quando o volume for maior, acessórios simples ajudam a manter o equilíbrio visual.

Reaproveitar também é uma opção

A tendência pode circular por algumas temporadas, mas não exige uma troca imediata do guarda-roupa. Um cinto volumoso ou uma sobreposição removível permite testar a ideia sem transformar a compra em uma peça de uso único.

Quem ainda tem uma roupa antiga pode mudar sua leitura com partes inferiores amplas, calçados simples e menos acessórios. A referência aos anos 2010 continua reconhecível, mas materiais, proporções e formas de combinar mostram que o peplum não precisa repetir o contexto de 2012.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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