Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Dermaplaning em casa pode causar cortes, irritação e manchas

A técnica deixa a pele lisa por pouco tempo, mas exige lâmina adequada, higiene e avaliação das condições da pele.

O dermaplaning pode deixar o rosto com toque mais liso e fazer a maquiagem assentar com facilidade, mas o resultado imediato não mostra todos os riscos. Quando feito em casa com instrumento inadequado, pressão excessiva ou higiene insuficiente, o procedimento pode provocar cortes, irritação, foliculite, infecção e manchas pós-inflamatórias.

Como funciona a técnica

No ambiente profissional, o dermaplaning usa lâmina estéril e apropriada, posicionada em ângulo controlado, para remover pelos finos e parte das células da camada superficial da pele. O efeito é cosmético e temporário: a textura pode parecer mais uniforme e o toque, mais liso. A técnica não trata todas as manchas, não fecha poros e não substitui cuidados médicos.

A avaliação da pele, a iluminação, a higiene e o controle da lâmina ajudam a reduzir riscos. Ainda assim, vermelhidão e sensibilidade podem aparecer. A indicação depende de fatores como uso recente de ácidos ou medicamentos e presença de acne, feridas ou dermatite.

Riscos do procedimento caseiro

Lâminas domésticas podem estar sem corte, contaminadas ou ter sido feitas para outra finalidade. A pressão excessiva pode retirar mais do que pelos, enquanto passadas repetidas aumentam a irritação e a chance de pequenos cortes. Compartilhar o instrumento também eleva o risco de contaminação.

Depois da raspagem, fragrâncias, ácidos, maquiagem sobre a pele lesionada e exposição solar podem aumentar o ardor e favorecer a pigmentação. A técnica pode causar sangramento, perda temporária da proteção da barreira cutânea, foliculite, infecção e piora de acne ativa, dermatite, rosácea ou feridas já existentes.

Raspar o rosto não faz o pelo nascer mais grosso. A lâmina corta o fio na superfície e não altera o folículo, responsável pela espessura e pelo crescimento. Quando volta a aparecer, a ponta cortada pode parecer mais rígida e escura por algum tempo.

Quando evitar

Pessoas com acne inflamada, infecção, herpes ativa, eczema, rosácea descompensada, queimadura solar ou feridas devem evitar passar lâmina sobre a região. O uso de retinoides e a realização de procedimentos recentes também podem deixar a pele mais vulnerável. Nesses casos, a avaliação de um dermatologista é a etapa mais importante.

Ardor persistente, inchaço, pus, crostas, dor crescente ou manchas surgidas depois do procedimento são sinais para interromper os ativos e buscar avaliação. Tentar corrigir a irritação com nova esfoliação pode prolongar o problema.

Para remover pelos, métodos convencionais podem ser mais previsíveis quando escolhidos de acordo com o tipo de pele. Uma rotina suave de limpeza, hidratação e proteção solar oferece cuidado contínuo sem reproduzir em casa uma esfoliação com bisturi. O brilho visto logo após a raspagem pode ser real, mas a técnica é mais complexa do que parece nos vídeos.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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