O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) divulgou nesta sexta-feira uma carta à nação brasileira em suas redes sociais. No vídeo que acompanha a publicação, o escritor se apresenta como uma alternativa à polarização política e afirma ter avançado nas pesquisas eleitorais.
“Disseram que era impossível, impossível furar a bolha, impossível romper essa polarização doentia que asfixia o Brasil há mais de 10 anos”, declarou Cury. Ele também atribuiu o crescimento a uma campanha feita “praticamente sem dinheiro, sem máquina, sem palanque”.
Na última pesquisa Quaest, o candidato marcou 10% das intenções de voto no primeiro turno. O desempenho o colocou à frente de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).
Propostas apresentadas
Na carta, Cury defende uma combinação entre crescimento econômico e justiça social. O escritor e empresário afirma acreditar no “melhor do capitalismo”, associado por ele à liberdade para empreender, trabalhar, produzir e prosperar, além da meritocracia. Também diz que seu “coração de médico” é social.
O texto publicado nas redes sociais afirma: “Não precisamos escolher entre crescimento e justiça social. Nem entre uma direita que pensa e uma esquerda que sente.” A proposta apresentada é reunir os dois campos e colocar pessoas competentes para enfrentar os problemas que afetam as famílias.
O avanço de Cury foi maior entre eleitores que se classificam como independentes, sem adesão imediata à esquerda ou à direita. Nesse grupo, ele registrou 24% das intenções de voto. Essa parcela representa 32% dos eleitores, conforme a pesquisa.
Entre os líderes citados no levantamento, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 21%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) marca 9%. Cury havia registrado 2% das intenções de voto e chegou a 10% na sequência das pesquisas mencionadas.







