Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Augusto Cury defende investigação no STF durante ato no Rio de Janeiro

Candidato do Avante participou de caminhada em Copacabana e apresentou propostas para financiar microempresas e apoiar mulheres.

Em ato em Copacabana, Cury cobra investigação do STF e manda ‘abraço especial’ a André Mendonça
Foto: Reprodução/TV Globo

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu uma investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) durante ato realizado na Praia de Copacabana, nesta segunda-feira (7). Ao final do evento, ele enviou um abraço ao ministro André Mendonça e afirmou que ninguém deve ser poupado de apurações, incluindo autoridades públicas.

“Se há indício de corrupção, tem que ser investigado até as últimas consequências”, disse Cury. Ele também declarou solidariedade a Mendonça, a Fachin e a outros integrantes do STF. Na avaliação do candidato, eventuais acusações devem resultar em condenação quando comprovadas, mas pessoas sem culpa devem ser liberadas.

Cury afirmou que, se vencer a eleição, não dependerá do prestígio ou do dinheiro associado ao cargo. Também disse que o salário de presidente seria destinado ao financiamento de 2 microempresas de alunos de escola pública por mês.

Propostas apresentadas no ato

Segundo a estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da More in Common, 1,4 mil pessoas participaram da manifestação. A contagem foi feita por meio de fotos aéreas analisadas por software de inteligência artificial.

O candidato chegou às 11h25. Os apoiadores se concentraram no Posto 6 e seguiram pela Avenida Atlântica, sob chuva, até o Posto 5, em um trajeto de 500 metros. No discurso, Cury prometeu financiar 10 milhões de microempresas em comunidades ou favelas. Ele também propôs uma agência do Banco do Empreendedor e uma Escola do Empreendedor em cada escola pública.

Cury afirmou que pretende governar com justiça e inteligência e defendeu a participação de especialistas na administração do país. Durante a fala, mencionou a visita à Rocinha na semana passada e recordou as dificuldades vividas na infância, quando dividia um quarto com os pais e mais 6 irmãos.

O candidato ainda falou sobre a mulher, Suleima, com quem está casado há 43 anos. Ao abordar a situação das mulheres, citou diferenças de remuneração e juros, além de mortes cometidas por maridos ou parceiros. “As mulheres representam o ouro da humanidade”, afirmou.

A agenda terminou por volta das 12h45.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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