Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Como pedir o bloqueio de ligações comerciais indesejadas

Consumidor pode solicitar a retirada do número das listas de contato e recorrer a canais públicos se as chamadas continuarem.

Como pedir o bloqueio de ligações comerciais indesejadas

Chamadas comerciais indesejadas podem ser interrompidas com um pedido direto à empresa responsável pelo contato. Ao atender uma ligação de telemarketing, o consumidor deve informar que não autoriza novas abordagens e solicitar a remoção imediata do número de telefone de todas as listas de discagem da instituição.

Depois de fazer o pedido, a recomendação é encerrar a ligação. A medida evita insistências do atendente e limita a conversa ao cancelamento dos contatos. Ignorar os telefonemas ou desligar rapidamente pode não resolver o problema de forma definitiva, já que a empresa pode continuar usando o número em seus cadastros.

Direitos do consumidor

A legislação brasileira prevê o direito de oposição a contatos publicitários. A LGPD assegura a exclusão de registros telefônicos quando isso é solicitado, enquanto o Código de Defesa do Consumidor proíbe práticas abusivas no mercado.

Se a companhia continuar ligando depois do pedido de bloqueio, o consumidor pode registrar uma reclamação. O histórico formal da ocorrência pode ser apresentado a órgãos fiscalizadores e servir para denunciar a continuidade das abordagens.

Entre os canais indicados estão o Não Me Perturbe, para cadastrar linhas telefônicas e bloquear ofertas comerciais; o Procon estadual ou municipal, para reclamações administrativas; e a Anatel e a Senacon, para queixas relacionadas ao descumprimento das normas setoriais.

Cuidados durante a ligação

O consumidor não deve confirmar dados pessoais sensíveis solicitados pelo operador para validar o contato. A orientação é manter a conversa restrita ao pedido de exclusão do número e finalizar a chamada em seguida.

Essa postura reduz a exposição de informações privadas e evita que cadastros desatualizados sejam confirmados por empresas terceirizadas. O Ministério da Justiça e Segurança Pública também aborda o tema em conteúdo publicado no YouTube.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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