Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Caiado critica andamento no STF e defende investigação contra Alexandre de Moraes

Candidato também propôs idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo e análise prévia da vida pregressa.

Caiado considera que STF está em 'fase procrastinatória' e pede abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
Foto: Vinícius Silva/g1 Goiás

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e criticou o andamento de uma votação no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada nesta terça-feira (15), durante entrevista coletiva em Aparecida de Goiânia.

Ao comentar uma questão de ordem sobre a reunião de processos para julgamento conjunto, Caiado afirmou que o tribunal atravessa uma fase de adiamento da análise principal. “Então, ainda está na fase procrastinatória”, disse.

A expressão usada pelo candidato se refere a situações em que a tramitação fica concentrada em discussões preliminares, pedidos de vista, recursos ou questões de ordem antes do exame do mérito. Segundo Caiado, a votação em curso trata da junção dos processos para julgamento no dia 23.

Propostas para nomeações ao Supremo

Caiado também propôs mudanças na Constituição para tornar mais rígidas as regras de escolha dos ministros do STF. Entre as medidas defendidas está a exigência de idade mínima de 60 anos para os indicados.

O candidato afirmou ainda que os nomes deveriam ter histórico profissional reconhecido e passar por uma avaliação prévia da vida pregressa. Essa análise, segundo a proposta, seria feita por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a Polícia Federal antes do encaminhamento pelo Executivo.

Na mesma entrevista, Caiado classificou o momento institucional do país como de “degradação moral completa”. Ele relacionou a deterioração do regime democrático à falta de posicionamento de lideranças e ao envolvimento de figuras públicas em escândalos. Também afirmou que problemas como violência, criminalidade e endividamento acabam ficando em segundo plano.

Sobre uma eventual relação entre o Palácio do Planalto e o STF, o candidato disse que respeitaria a Constituição. Ele citou sua atuação à frente do governo de Goiás como referência e afirmou que a harmonia entre os poderes deve ser conduzida pela autoridade moral do governante e pela recusa a negociações políticas espúrias.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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