Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Casal transforma casa de adobe em hospedagem nos Vales Calchaquíes

Lucía e Mateo deixaram a rotina urbana e criaram a Casa Andina, hospedagem com energia solar, culinária local e vista para montanhas.

Lucía e Mateo trocaram a rotina das grandes cidades pela tranquilidade de Molinos, um vilarejo nos Vales Calchaquíes. Depois de conviverem com trânsito, barulho e compromissos intensos, eles escolheram a província de Salta para recomeçar a vida em busca de ar puro e de um ritmo mais lento.

A adaptação ao novo endereço exigiu planejamento. Molinos fica a mais de dois mil metros de altitude e tem clima seco, ventos constantes e estradas de terra, o que torna os deslocamentos demorados. Oscilações frequentes de energia e sinal telefônico instável também fizeram o casal organizar as compras com cuidado. Nesse processo, a ajuda dos vizinhos foi importante para lidar com os períodos de poeira e compreender a rotina do povoado.

De casa tradicional a hospedagem

Em vez de erguer uma construção moderna, Lucía e Mateo recuperaram uma antiga residência de adobe localizada na via central. Com a colaboração dos moradores, a estrutura manteve características da arquitetura tradicional e ganhou o nome de Casa Andina.

O espaço foi planejado com foco na sustentabilidade. Painéis solares produzem parte da eletricidade utilizada, enquanto um reservatório armazena água da chuva para reduzir o desperdício.

A hospedagem recebe visitantes durante todas as estações do ano e oferece uma experiência ligada à paisagem e à cultura local. O café da manhã inclui pão caseiro e doce de cayote. No pátio aberto, os hóspedes encontram cardones e vista para as montanhas. Também há fogão ao ar livre, com empanadas saltenhas e vinho torrontés, além de uma biblioteca com autores do norte argentino e guias de aves.

A decoração reúne peças feitas por artesãos do vilarejo, enquanto os alimentos valorizam ingredientes locais e receitas regionais. O espaço também acolhe profissionais em trabalho remoto que procuram silêncio para produzir.

A movimentação de hóspedes favorece produtores rurais, guias e pequenos comerciantes, mantendo uma circulação financeira constante no município. A proposta combina turismo ecológico, convivência com a comunidade e preservação dos limites da natureza.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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