Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Curiosidade transforma o aprendizado em parte do bem-estar, diz Arthur Brooks

Professor de Harvard afirma que descobrir assuntos novos pode manter o interesse e reduzir a repetição da rotina.

Curiosidade transforma o aprendizado em parte do bem-estar, diz Arthur Brooks

A curiosidade pode transformar o aprendizado em uma experiência ligada ao interesse, e não à obrigação. Essa é a ideia defendida por Arthur C. Brooks, professor de Harvard que pesquisa felicidade e bem-estar.

Em vídeo publicado no Instagram, Brooks resumiu sua reflexão: “As pessoas mais felizes são aquelas que nunca param de aprender”. A formulação foi retomada em 16 de setembro de 2026. Para ele, continuar aprendendo não significa buscar produtividade, acumular títulos ou permanecer em ambientes formais de estudo.

O que desperta o interesse

Na visão do professor, algo novo chama a atenção e leva a pessoa a querer compreender melhor determinado assunto. Esse movimento tira o indivíduo da rotina e pode trazer sensação de descoberta, entusiasmo e maior envolvimento com o cotidiano.

A diferença está na motivação. Quando o aprendizado é imposto, a atividade pode se tornar cansativa. Quando nasce de uma pergunta ou de um tema que despertou interesse, a própria busca passa a ter valor.

Aprendizado fora da sala de aula

Brooks amplia o conceito para situações simples. Ler sobre um tema de interesse, desenvolver uma habilidade manual ou artística, ouvir um podcast sobre algo desconhecido e visitar lugares novos estão entre as possibilidades apresentadas.

Também entram nesse conjunto estudar um idioma sem transformar a tarefa em obrigação e aprofundar um hobby que antes era apenas passatempo. O ponto em comum é manter a percepção de que ainda há algo a descobrir.

A reflexão não exige voltar à universidade, fazer provas ou iniciar uma nova graduação. Aprender pode envolver praticar uma habilidade, fazer perguntas, conversar com alguém que conhece mais sobre o assunto ou experimentar uma atividade diferente.

Curiosidade ao longo da vida

A idade, segundo a proposta de Brooks, não encerra a capacidade de se interessar por novidades. A curiosidade pode existir aos 40, 60, 80 anos ou mais, sem depender do desempenho acadêmico ou da fase profissional.

Esse processo também não equivale a consumir conteúdos de maneira passiva. Para haver aprendizado, é preciso atenção e envolvimento com aquilo que despertou interesse. A experiência pode mudar a forma de enxergar um assunto ou de realizar uma atividade.

Brooks não apresenta o estudo como fórmula única para a felicidade. O bem-estar depende de diferentes fatores, e a curiosidade aparece como uma parte desse conjunto. Sua proposta é preservar a abertura para perguntas, descobertas e experiências capazes de interromper a repetição dos dias.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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