Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Guabiju combina polpa doce e casca resistente em fruto nativo

Fruta do guabijuzeiro muda de verde para roxo-escuro e pode ser consumida fresca ou em preparações.

Guabiju combina polpa doce e casca resistente em fruto nativo

A casca áspera e resistente permanece mesmo depois que o guabiju amadurece. Esse é um dos sinais que ajudam a diferenciar a fruta de outras visualmente parecidas. Por dentro, ela tem polpa amarelada, suculenta e doce.

O guabiju é produzido pelo guabijuzeiro, espécie nativa conhecida cientificamente como Myrcianthes pungens. O fruto é uma pequena baga arredondada, que pode chegar a pouco mais de 1 centímetro de diâmetro. Na fase de maturação, deixa o verde e assume uma tonalidade roxo-escura, destacando-se entre as folhas.

Características da árvore

Da família Myrtaceae, o guabijuzeiro pode alcançar porte considerável, mas também aparece em tamanhos menores conforme as condições de crescimento. A copa é arredondada, enquanto o tronco costuma ser tortuoso. A casca, de tom acinzentado, pode se soltar em placas e deixar marcas com diferentes tonalidades.

As folhas ficam em posições opostas e têm espessura relativamente alta. A ponta muito fina pode lembrar um pequeno espinho. Nas folhas jovens, também podem aparecer pelos e uma coloração avermelhada, características que auxiliam na identificação da espécie.

Onde ocorre e como é usado

A espécie ocorre naturalmente em áreas do Sul e do Sudeste do Brasil e em outros países da América do Sul. No país, há registros do Rio Grande do Sul a São Paulo. Essa distribuição ajuda a explicar por que o fruto é conhecido em algumas localidades e pouco familiar em outras.

Pesquisadores da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul afirmam que o guabiju é consumido in natura, embora ainda não tenha a mesma presença comercial de frutas mais populares. Ele também pode ser usado em sucos, doces, geleias e outras preparações.

As flores atraem insetos, enquanto os frutos são apreciados por aves e outros animais. Por isso, a árvore é utilizada em projetos de restauração e em sistemas agroflorestais. Quando há muitos frutos na copa, a mudança do verde para o roxo-escuro cria pontos de cor entre as folhas e torna a frutificação mais visível.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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