Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Brasil

Jalapão combina travessias de areia, artesanato e banhos em águas cristalinas

Roteiros pela região passam por fervedouros, cachoeiras, dunas e pela comunidade quilombola Mumbuca, com deslocamentos em veículos 4×4.

O Jalapão reúne experiências de natureza e cultura em um roteiro pelo cerrado brasileiro. A viagem inclui deslocamentos por estradas de terra e trechos de areia fofa, além de paradas em fervedouros, cachoeiras, dunas e comunidades tradicionais.

Deslocamentos pelo cerrado

Os veículos 4×4 são usados para atravessar os terrenos difíceis da região e reduzir o risco de atolamento. Com esse tipo de transporte, os roteiros conectam Mateiros, São Félix e Ponte Alta. Guias conduzem os visitantes entre os atrativos e organizam os deslocamentos pelo percurso.

A maioria dos itinerários começa em Palmas, ponto de chegada dos turistas antes da etapa terrestre. O circuito costuma durar entre quatro e cinco dias. As pousadas oferecem suítes climatizadas e refeições completas para os períodos de descanso, e o planejamento antecipado ajuda a organizar as visitas e a hospedagem.

Águas, dunas e cachoeiras

Nos fervedouros, nascentes subterrâneas sobem com pressão por camadas profundas de areia fina. O movimento da água impede que os banhistas afundem, criando a possibilidade de flutuar em piscinas cristalinas. Os poços variam em vazão, profundidade e cor, com tonalidades entre azul e verde-esmeralda.

O Fervedouro Bela Vista se destaca pela extensão e pela transparência. Outros espaços, menores, ficam em recantos preservados. Já as formações de areia avermelhada têm seus contornos modificados pela ação dos ventos e pela erosão da Serra do Espírito Santo, compondo a paisagem dos mirantes.

As cachoeiras também fazem parte do roteiro. A Cachoeira da Velha tem grande volume de água, enquanto a Cachoeira do Formiga é associada à temperatura agradável e à piscina verdejante e transparente.

Cultura e sabores locais

Na comunidade quilombola Mumbuca, os visitantes podem conhecer o trabalho artesanal feito com hastes douradas de vegetação nativa. As peças ornamentais produzidas no local ajudam a sustentar famílias e expressam a identidade cultural do cerrado.

Pousadas e restaurantes familiares servem receitas com frango caipira, mandioca fresca e temperos tradicionais. Entre as vivências do roteiro estão observar a produção em capim dourado, provar preparos caseiros e contemplar o pôr do sol avermelhado nos mirantes naturais.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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