Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Jalapão reúne fervedouros, dunas e cachoeiras em meio ao Cerrado

Nascentes de alta pressão criam sensação de flutuação, enquanto dunas alaranjadas chegam a 40 metros no Tocantins.

JALAPÃO, TOCANTINS — No meio do Cerrado, o Jalapão combina areia alaranjada, água transparente, rios, nascentes e cachoeiras. A paisagem reúne atrações espalhadas por vários municípios e ficou conhecida pela presença de grandes volumes de água em uma região com aparência seca.

Fervedouros criam a sensação de flutuação

Nos fervedouros, a água sobe do lençol freático com pressão suficiente para manter a areia em movimento. Quando o banhista entra, a força ascendente reduz a sensação de peso e dificulta o afundamento. A experiência acontece sem piscina artificial ou equipamento.

Existem fervedouros de tamanhos, formatos e tonalidades diferentes, especialmente nas áreas de Mateiros e São Félix do Tocantins. O portal oficial Jalapão Tocantins descreve esses locais como pequenas nascentes de águas transparentes nas quais a pressão da água dificulta que a pessoa afunde.

Dunas e cachoeiras no mesmo roteiro

As dunas foram formadas pelo acúmulo de partículas transportadas pelo vento, originadas de rochas de arenito da Serra do Espírito Santo. Algumas chegam a 40 metros de altura. O acesso exige veículo adequado e uma caminhada até os pontos de observação.

A Cachoeira da Velha tem aproximadamente 15 metros de altura e cerca de 100 metros de largura. A queda, em formato de ferradura, fica no Rio Novo, e o volume de água impede o banho diretamente no local. Mais adiante, a Prainha do Rio Novo oferece uma alternativa de banho. Já a Cachoeira do Formiga tem água esverdeada e uma queda menor.

Outros pontos do circuito são a Pedra Furada, perto de Ponte Alta do Tocantins, e a Serra do Espírito Santo. Mateiros, São Félix do Tocantins e Ponte Alta do Tocantins funcionam como bases para diferentes partes do roteiro.

Deslocamentos e clima

Os atrativos ficam distantes uns dos outros, com estradas de terra e deslocamentos longos. Por isso, veículos 4×4 e guias locais são comuns nos roteiros. Alguns locais exigem agendamento e controle de entrada.

O clima alterna meses chuvosos e um período de seca quase completa. Em Mateiros, as médias de 30 anos registram 256 mm de chuva em janeiro e praticamente zero em julho e agosto. El Niño e La Niña podem alterar esse padrão entre os anos.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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