Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Renan acusa campanha de Flávio Bolsonaro de ligação com grupo dos EUA

Candidato do Missão pediu investigação sobre possíveis contatos entre aliados do senador e a Rockbridge Network.

Renan Santos chama Flávio de “bandido” e “vassalo de Trump”

Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, acusou Flávio Bolsonaro (PL) de manter uma relação indireta com a Rockbridge Network, grupo norte-americano que, segundo ele, financia campanhas e tem interesses empresariais no Brasil. Durante uma sabatina realizada na 6ª feira (11.set.2026), Renan chamou o senador de “bandido” e “vassalo do governo Trump”.

O candidato afirmou que integrantes da campanha de Flávio teriam contatos com pessoas ligadas à Rockbridge nos Estados Unidos. Entre os citados está Tallis Gomes, cofundador da G4 Educação, descrito por Renan como um “coach empresarial ligado ao Flávio Bolsonaro”. Ele também mencionou Pedro Sangue e Ryan, apontado como operador político do grupo.

Suspeitas sobre recursos e negócios

Renan disse que a Rockbridge teria procurado candidatos brasileiros no fim de 2025 e no início de 2026. Segundo ele, Tallis Gomes já teria relatado publicamente conversas com integrantes do grupo.

O candidato citou ainda a Vulcan, empresa que, de acordo com sua afirmação, teria ligação com pessoas relacionadas à Rockbridge e interesse em negócios envolvendo terras raras no Brasil. Renan afirmou que um dos envolvidos teria passado a trabalhar na campanha de Flávio e aberto recentemente uma empresa.

Ele não apresentou provas públicas de repasses estrangeiros à campanha do senador, mas defendeu uma apuração sobre possíveis recursos destinados a Flávio, a aliados ou a estruturas relacionadas à candidatura. “Diretamente, ninguém vai fazer isso. Agora, indiretamente, é a coisa mais fácil do mundo”, afirmou.

Renan disse que pretende levar primeiro as informações à imprensa, e não à Justiça Eleitoral. A justificativa foi que sua campanha não teria equipe suficiente para transformar o material em uma denúncia formal. Ele também pediu que jornalistas brasileiros e estrangeiros investiguem as relações mencionadas.

O candidato rejeitou a possibilidade de suas declarações serem classificadas como fake news. Segundo Renan, a existência de contatos entre integrantes da campanha e a Rockbridge já teria sido admitida pelas partes envolvidas.

Flávio, Daniel Vorcaro e a eleição

Renan também falou sobre as suspeitas envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Disse que o senador poderá enfrentar consequências jurídicas caso as investigações comprovem uma troca de favores e defendeu que seja esclarecida eventual contrapartida.

O candidato mencionou possíveis conversas de Vorcaro que poderiam ajudar a esclarecer relações do empresário com integrantes da política. Também levantou suspeitas sobre medidas adotadas durante o governo Jair Bolsonaro relacionadas a crédito consignado e benefícios sociais que, segundo ele, teriam favorecido o Banco Master. Renan ressaltou que as investigações precisam avançar antes da definição de responsabilidades.

Na avaliação de Renan, eventuais denúncias contra Flávio poderiam afetar principalmente eleitores antipetistas que não se identificam com o bolsonarismo. Ele citou o crescimento de Augusto Cury (Avante) nas pesquisas como exemplo de uma parcela do eleitorado que estaria cansada da polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio.

Para o candidato, o efeito eleitoral dependerá de esse grupo considerar as denúncias e suspeitas envolvendo os candidatos. “Porque se for, aí o Flávio perde”, disse.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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