Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Renan Santos propõe intervenção federal contra estados que não cooperarem na segurança

Candidato do Missão disse que pretende combater facções, proibir bets e chegar ao segundo turno, sem apoiar Lula ou Flávio Bolsonaro.

Renan Santos defende intervenção federal em estados que não colaborarem no combate ao crime organizado
Foto: Reprodução/TV Bahia

O candidato à Presidência do Brasil Renan Santos (Missão) defendeu, neste domingo (27), a possibilidade de intervenção federal em estados que não colaborarem com medidas de combate ao crime organizado, caso seja eleito. Ele não explicou como a proposta seria colocada em prática.

A declaração ocorreu durante uma coletiva de imprensa na frente da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no Centro de Salvador, durante uma agenda de campanha com apoiadores. Santos afirmou que pretende trabalhar com governadores independentemente de suas posições políticas, mas disse que o governo federal poderá agir sem a colaboração deles.

“Não colaborou, nós vamos meter uma interferência, uma intervenção no estado”, afirmou Renan Santos.

Segurança pública e Nordeste

O candidato apresentou a segurança pública como um dos principais pilares de um eventual governo. Ao falar sobre o Nordeste, citou a atuação de facções e defendeu medidas voltadas ao desenvolvimento econômico da região.

Santos disse que pretende reduzir despesas do governo federal para direcionar recursos a desenvolvimento e infraestrutura, especialmente na área de energia. Também afirmou que integrantes de facções que não se entregarem ou forem presos e tentarem atacar forças policiais serão enfrentados com rigor.

Ao abordar a Bahia, o candidato relatou ter recebido ameaças depois de divulgar vídeos sobre crimes ocorridos em Salvador. Ele afirmou que moradores de comunidades vivem sob pressão do crime organizado e mencionou restrições relacionadas ao uso de determinadas marcas de roupas.

Críticas e bets

Renan Santos declarou que trabalha para chegar ao segundo turno e descartou apoiar Luiz Inácio Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro. Na entrevista, criticou os dois candidatos ao mencionar relações de ambos e de seus apoiadores com investigações sobre o Banco Master.

O candidato também reafirmou ser contrário às bets. Ele disse que pretende proibir esse tipo de empresa no Brasil e associou as apostas à lavagem de dinheiro, ao endividamento e ao vício.

Santos ainda criticou decisões de Lula sobre o setor durante o período eleitoral. Para ele, faltou uma transição para grupos de mídia e times esportivos que contavam com as receitas das bets.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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