Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Candidato propõe mudanças na Previdência, no SUS e nas rodovias

Durante visita a Uberaba, Renan Santos defendeu concessões, prioridade médica por gravidade e revisão do ensino superior.

Em MG, Renan Santos defende reforma da Previdência e concessões de rodovias
Foto: TV Integração/Reprodução

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) defendeu mudanças na Previdência, nas concessões de rodovias, no atendimento do SUS e no ensino superior durante visita a Uberaba, no Triângulo Mineiro, na tarde desta sexta-feira (25).

Para Renan, uma reforma da Previdência será necessária. Ele afirmou que a proposta deve começar pelos servidores públicos, com atenção especial a federais, militares e integrantes do Judiciário. O candidato também disse que quem negar a necessidade de mudança estará enganando os eleitores.

“Vai ter que reformar. Eu já estou avisando para todo mundo que o candidato que falar que não vai reformar a Previdência estará mentindo e vai enganar você”, declarou.

Rodovias e atendimento no SUS

Durante passagem pelo Mercado Municipal, Renan defendeu a ampliação das concessões de rodovias brasileiras. Na avaliação dele, o investimento em infraestrutura pode combinar recursos públicos e privados, desde que existam regras de fiscalização claras para evitar irregularidades.

Na saúde, a proposta apresentada é criar um prontuário eletrônico único no Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente poderia acompanhar pela internet ou por aplicativo todas as etapas do tratamento. A medida, segundo o candidato, ajudaria a organizar a fila de exames.

Ele também propôs substituir a ordem de chegada por um sistema que considere a gravidade de cada caso. Pessoas com doenças mais graves ou incapacitantes teriam prioridade, especialmente quando a condição impedir o retorno ao trabalho.

Ensino superior

Renan ainda defendeu mudanças na autonomia universitária. Para ele, os diretores das universidades não deveriam decidir sozinhos quais cursos terão prioridade. O candidato afirmou que o país precisa participar dessas escolhas porque financia as instituições.

“Se o Brasil está pagando a conta, nós temos que escolher o que que vai ser ensinado”, disse ao concluir a fala sobre o ensino superior.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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