Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Tutora questiona falta de aviso após cachorro se ferir durante tosa

Bento teve um corte na pata durante o atendimento; a tutora só percebeu a lesão ao buscá-lo no pet shop.

Tutora questiona falta de aviso após cachorro se ferir durante tosa

Luísa questionou por que não foi informada sobre o ferimento de Bento antes de chegar ao pet shop. Ao buscar o cachorro, percebeu um corte pequeno e avermelhado na pata dianteira quando tocou o local. A atendente disse que o animal havia se mexido durante a tosa e poderia ter sido atingido pela tesoura.

Luísa havia contratado banho e ajuste dos pelos das patas, sem raspagem. Na entrega, avisou que Bento ficava inquieto com o secador, embora nunca tivesse voltado machucado de um atendimento. A ficha tinha telefone para contato e horário estimado de retirada, mas não registrava lesões anteriores nem incluía uma fotografia feita na chegada.

A equipe informou que Bento teria movimentado a perna enquanto a profissional aparava os pelos entre os dedos. O corte foi descrito como superficial. A atendente afirmou que a marca havia sido percebida perto do fim do serviço e limpa no próprio estabelecimento. Ainda assim, não houve ligação, mensagem ou aviso pelo aplicativo usado para marcar o banho. A loja explicou que não quis alarmar Luísa por causa do tamanho da lesão.

Registros e avaliação

Antes de sair, Luísa fotografou a pata. Depois, pediu ao gerente o registro interno, o nome do procedimento e informações sobre qualquer produto aplicado no corte. A câmera mostrava parte da sala, mas não permitia ver com precisão a posição da tesoura ou os cuidados adotados depois do incidente. As imagens confirmavam que Bento se moveu sobre a mesa, sem esclarecer toda a sequência.

O veterinário avaliou a pata e orientou os cuidados relacionados à lesão. Bento andava normalmente, e o corte cicatrizou sem complicações. O pet shop pagou a consulta e enviou por escrito o relato do procedimento.

Mudanças no atendimento

O gerente conversou com a profissional e disse que a equipe passaria a avisar o tutor sobre qualquer lesão, mesmo pequena. O estabelecimento também começou a registrar a condição das patas na chegada e a confirmar por mensagem incidentes e orientações antes da retirada.

Luísa pediu que a ficha de Bento registrasse a reação ao secador e a orientação para não insistir no aparo se ele estivesse muito agitado. Ela não voltou imediatamente ao pet shop para um novo banho e guardou o documento, a nota e as fotografias feitas após a retirada.

Para a tutora, o movimento do cachorro poderia explicar como o corte ocorreu, mas não esclarecia por que o aviso não foi feito antes da saída. A dúvida sobre a comunicação permaneceu mesmo após a avaliação do ferimento.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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