MATO GROSSO DO SUL — A visita à dolina de colapso é acompanhada por profissionais que orientam os turistas sobre preservação, distância das bordas e redução de ruídos. As regras buscam manter o habitat das espécies protegido e permitir que as aves continuem voando e se reproduzindo na área.
O passeio acontece em uma reserva particular dedicada à preservação da fauna. Antes de seguir até os mirantes, os participantes recebem instruções sobre as condutas adequadas durante o trajeto. A orientação também inclui explicações sobre a formação geológica e a importância da proteção ambiental.
Observação a partir dos mirantes
A caminhada guiada percorre uma trilha contemplativa de 970 metros pelo Cerrado, em meio à vegetação nativa. Ao longo do caminho, os visitantes podem ouvir o canto de animais silvestres e observar aspectos da geologia local.
Duas plataformas foram construídas para a contemplação da dolina. Desses pontos, é possível enxergar o fundo da depressão rochosa, cuja profundidade é estimada em cem metros, além de acompanhar o voo das araras-vermelhas.
Paredões e vegetação
A formação é cercada por paredões de rochas calcárias e vegetação densa. As fendas das paredes rochosas servem como abrigo para diferentes espécies, incluindo as araras-vermelhas, que cruzam o espaço acima da dolina em busca de seus ninhos naturais.
A estrutura recebe grupos interessados em conhecer a biodiversidade local e oferece acompanhamento profissional durante todo o percurso. Segundo as orientações dadas aos visitantes, manter distância segura das bordas e evitar barulhos excessivos ajuda a preservar o ambiente ocupado pelos animais.
Entre os principais atrativos estão a caminhada pela trilha de 970 metros, as duas plataformas voltadas para a observação da dolina e a possibilidade de contemplar araras-vermelhas livres em seu habitat natural.







