Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Arquitetura do otimismo destaca sustentabilidade e reúso adaptativo

Edição de setembro reúne entrevistas, projetos e reflexões sobre como a arquitetura pode responder aos desafios ambientais.

Arquitetura do otimismo destaca sustentabilidade e reúso adaptativo

A edição de setembro aborda a sustentabilidade a partir de uma perspectiva otimista, com entrevista do arquiteto britânico Norman Foster, projetos da arquiteta Sol Camacho e exemplos de diferentes partes do mundo. A proposta é mostrar como a arquitetura pode responder aos desafios do nosso tempo sem se render ao fatalismo sobre a mudança climática.

Foster, ganhador do Prêmio Pritzker de 1999, relaciona sua visão profissional à influência de Richard Buckminster Fuller. Os dois trabalharam juntos por cerca de 12 anos em projetos experimentais que não saíram do papel, mas anteciparam conceitos associados à arquitetura ecológica, verde e sustentável.

Na entrevista, Foster defende que imaginar um futuro melhor faz parte do trabalho de quem projeta espaços. “Para ser arquiteto, é preciso ser otimista”, declarou. Ele também avalia que, apesar de guerras, crises econômicas globais, desastres humanitários e pandemias, o saldo geral da evolução humana é positivo.

Projetos e modos de morar

Sol Camacho, arquiteta mexicana radicada em São Paulo, aparece na capa e é apresentada a partir de sua atuação com reúso adaptativo. Entre seus projetos estão a reforma do Estádio do Pacaembu e a transformação de um antigo noviciado no Ipiranga em um condomínio.

A arquiteta também aplicou essa abordagem à própria vida: comprou e transformou um pequeno edifício em moradia, sede do escritório Raddar e café aberto ao público, reunidos no mesmo endereço.

A edição ainda apresenta a casa do engenheiro Hélio Olga, projetada por Marcos Acayaba, e as experimentações materiais do escritório Suite. O conjunto de projetos reforça a ideia de que a sustentabilidade pode aparecer tanto na transformação de estruturas existentes quanto em novas formas de habitar.

A reflexão parte de uma obra de Richard Buckminster Fuller publicada em 1969, que trata a Terra como uma nave com recursos finitos e uma tripulação responsável por aprender a operá-la. Para Foster, essa visão ajudou a formar conceitos que hoje fazem parte do debate sobre arquitetura sustentável.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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