Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Dedetização deixa dúvidas sobre alimentos guardados em armários

Moradora encontrou insetos mortos na despensa e precisou esclarecer quais áreas foram tratadas e como proteger os alimentos.

Dedetização deixa dúvidas sobre alimentos guardados em armários

Marina contratou uma dedetização depois de encontrar duas baratas pequenas perto da pia em uma semana. Ao voltar para casa, após passar dois dias fora, encontrou insetos mortos entre potes de farinha e embalagens que permaneciam dentro do armário de mantimentos.

Antes da aplicação, ela havia perguntado por mensagem se deveria retirar pratos e panelas. A orientação recebida foi afastar animais de estimação e não permanecer no imóvel durante o serviço. Não houve indicação para esvaziar armários, retirar alimentos ou proteger a despensa.

O que foi encontrado

Marina imaginava que o produto seria aplicado nos rodapés e nas frestas externas dos móveis. Ao retornar, porém, viu pontos escuros perto das dobradiças e insetos mortos no fundo da despensa. Ela separou os pacotes fechados dos recipientes abertos, fotografou a posição dos objetos e evitou usar as superfícies até saber qual produto havia sido aplicado.

A ordem de serviço mencionava cozinha, rodapés e armários, mas não informava quais gavetas seriam abertas nem como os alimentos deveriam ser protegidos. Depois, o técnico relatou que havia aplicado o produto em frestas do armário, e não diretamente sobre a comida.

A empresa afirmou que o tratamento interno fazia parte do plano contratado e que cabia ao cliente preparar o ambiente. Marina, por outro lado, disse que teria retirado os alimentos se soubesse dessa etapa. Ela também não encontrou, nas mensagens trocadas antes da visita, orientações sobre a despensa, o tempo de retorno dos mantimentos ou a limpeza das áreas tratadas.

Registros e orientação

Para esclarecer o que havia acontecido, Marina reuniu fotos, a ordem de serviço e as mensagens do celular. A vizinha confirmou a chegada e a saída do profissional, mas não acompanhou o trabalho dentro da cozinha. O orçamento falava em combate a insetos rasteiros, sem detalhar se o interior da despensa seria tratado.

A moradora enviou uma reclamação por escrito e pediu informações sobre os compartimentos abertos, as instruções de uso do produto, as superfícies alcançadas e os cuidados posteriores. A empresa respondeu com a ficha técnica, ofereceu uma visita de orientação e, depois, o supervisor reconheceu que a mensagem anterior estava incompleta.

Na visita, foram mostrados os pontos tratados e registradas orientações específicas. A empresa aceitou ressarcir os itens expostos identificados na lista e reformulou a mensagem enviada aos próximos clientes. Marina fotografou o armário após a limpeza orientada e só então recolocou os mantimentos.

A situação não permitiu concluir, apenas pela presença de manchas e insetos mortos, que todos os alimentos estivessem contaminados. A questão principal ficou concentrada na comunicação sobre o preparo da casa, na identificação das áreas tratadas e nas instruções para o uso seguro da cozinha. A norma sanitária sobre controle de pragas urbanas traz cuidados gerais com saneantes em ambientes domésticos, sem substituir as orientações específicas do produto utilizado.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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