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Hotel em ilha chinesa usa rochas e caminhos de vila em projeto de revitalização

Hospedagem na Ilha Huanglong integra recifes, arquitetura tradicional e uma rota de caminhada ligada à história local.

Hotel em ilha chinesa usa rochas e caminhos de vila em projeto de revitalização

Na Ilha Huanglong, no nordeste do Arquipélago de Zhoushan, na província chinesa de Zhejiang, o Lost Villa · Huanglong Island Lighthouse Hotel foi planejado para se integrar à paisagem rochosa e aos assentamentos de uma antiga vila de pescadores. O projeto do WJ STUDIO também foi concebido como uma estratégia de revitalização diante do despovoamento rural da região.

O desenvolvimento começou cerca de cinco anos atrás, dentro de uma iniciativa turística no condado de Shengsi. A área reúne enormes recifes, vegetação densa e terrenos montanhosos, mas tem acesso limitado. A partir da Ilha Principal de Zhoushan, o trajeto até Shengsi exigia 2,5 horas de balsa. Desde Xangai, eram 3 horas combinando deslocamentos terrestres e marítimos; desde Hangzhou, 4,5 horas por estradas e balsas; e desde Ningbo, 4 horas em balsas para veículos e passageiros.

O isolamento geográfico dificulta o turismo em massa. Embora rotas de helicóptero e hidroavião tenham sido introduzidas recentemente, o escritório decidiu transformar o deslocamento em parte da experiência de hospedagem. O percurso começa no Porto Sul, atravessa espaços residenciais e de convivência, sobe pelas falésias do nordeste e termina no farol.

A escolha da Vila Dongjutou ocorreu depois de uma análise da configuração existente, do sistema viário e dos recursos naturais. O hotel foi implantado sobre o recife mais a leste, em uma área com variações de altitude de quase 30 metros e vista para as marés, o nascer e o pôr do sol e da lua e as mudanças sazonais.

Arquitetura entre recifes e moradias

O edifício principal fica entre três recifes originais protegidos. Seus volumes acompanham o terreno íngreme e a textura dos assentamentos tradicionais próximos. A área central é dividida em dois grupos, ligados por uma passarela externa que desce ao longo da crista da montanha.

Conhecida como Vila de Pedra do Mar do Leste, a ilha tem casas construídas em níveis nas encostas, formando uma estrutura semelhante a uma escadaria. Essa característica orientou o desenho da hospedagem e a rota de caminhada, que conecta o porto, a vila e o farol.

O projeto foi organizado a partir de três dimensões: tempo natural, tempo histórico e tempo humano. A proposta busca preservar a continuidade histórica ao aproximar a arquitetura nova da paisagem e das construções existentes.

No Bloco A, um amplo salão rochoso aberto organiza o espaço. As pedras de recife foram mantidas na base da edificação, permitindo a aproximação dos visitantes com sua textura. No Bloco B, os quartos são distribuídos em três volumes independentes, com janelas orientadas para diferentes direções do nascer do sol no inverno e no verão. Assim, cada ambiente enquadra uma parte específica da paisagem.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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