Fernanda Pompermayer desenvolve uma pesquisa artística que aproxima escultura e pintura por meio da colagem. Em suas obras, fragmentos, ornamentos, flores, rendas e outros materiais são reunidos em composições que transitam entre o natural e o sintético, além do figurativo e do abstrato.
A artista também investiga contrastes, como o peso e a fragilidade, a delicadeza e o estranhamento. Esse encontro de características aparece em Sonho cor-de-rosa, seu maior trabalho em dimensões. A escultura foi criada com múltiplos fragmentos de cerâmica, queimados separadamente durante cinco meses.
Paisagem imaginária
A obra sugere uma paisagem em movimento, relacionada a montanhas e territórios imaginários. A predominância do rosa reforça o caráter onírico da composição e deixa espaço para diferentes interpretações do público.
A pesquisa de Fernanda já foi apresentada em exposições nacionais, como a SP-Arte, e também em eventos internacionais realizados em Nova York, em Milão e no Japão.







