Domingo, 6 de setembro de 2026
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Clareamento intenso pode deixar o cabelo mais seco e quebradiço

A American Academy of Dermatology alerta que mudanças acima de três tons costumam exigir mais peróxido e podem aumentar os danos aos fios.

Clareamento intenso pode deixar o cabelo mais seco e quebradiço

Mudar bastante a cor do cabelo pode aumentar o risco de ressecamento, fragilidade e quebra. A American Academy of Dermatology (AAD) explica que clareamentos acima de três tons geralmente exigem concentrações maiores de peróxido, porque é preciso retirar mais pigmentos naturais da fibra capilar.

Quanto maior a diferença entre a cor original e o tom desejado, mais intenso tende a ser o processo químico. Essa ação altera componentes do fio e pode reduzir sua resistência. O problema pode ser maior quando o cabelo passa por clareamentos repetidos ou por procedimentos muito intensos.

A proximidade com a cor natural

Escolher uma tonalidade mais próxima da cor original costuma exigir menos clareamento. A AAD recomenda levar essa diferença em conta antes de decidir pela mudança, já que uma alteração menor tende a demandar menos intervenções para remover pigmentos.

A condição dos fios também deve ser avaliada. Cabelos que já passaram por coloração, descoloração, alisamento ou outros tratamentos químicos podem reagir de forma diferente a um novo procedimento. Por isso, verificar a resistência do cabelo antes de clarear é importante.

Cuidados antes e depois

Para reduzir a possibilidade de danos, a orientação é evitar a sobreposição desnecessária de processos químicos e seguir corretamente as instruções do produto. Também é importante considerar se os fios têm resistência suficiente para o clareamento planejado.

Após o procedimento, produtos adequados ao tipo de cabelo e o condicionamento regular podem ajudar a lidar com o ressecamento e a fragilidade. Reduzir a exposição a fontes de calor também faz parte dos cuidados indicados.

Se houver quebra intensa ou alterações importantes depois do clareamento, a recomendação é buscar orientação de um dermatologista.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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