Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Força nas pernas ajuda idosos a manter equilíbrio e autonomia

Exercícios simples de força e equilíbrio podem facilitar movimentos do dia a dia e ajudar a reduzir o risco de quedas.

Força nas pernas ajuda idosos a manter equilíbrio e autonomia

Perder força nas pernas ao longo do envelhecimento pode dificultar ações comuns, como levantar da cadeira, subir um degrau e recuperar o equilíbrio depois de um tropeço. Exercícios regulares para os membros inferiores ajudam a preservar a autonomia, além de favorecer força, coordenação e confiança para caminhar.

Quadríceps, glúteos, panturrilhas e músculos do quadril participam da sustentação do corpo. Quando esses grupos ficam mais fracos, pode ser difícil corrigir rapidamente um desequilíbrio ou levantar o pé o suficiente para evitar um obstáculo. O treinamento resistido ajuda a desacelerar a perda de massa muscular e função associada ao envelhecimento, além de contribuir para o controle dos movimentos.

Exercícios para começar

Os movimentos podem reproduzir situações do cotidiano e ter a dificuldade aumentada aos poucos. Entre as opções estão o agachamento assistido, o afundo estático, a caminhada lateral com elástico, a extensão de joelho sentado, a subida em degrau e a elevação lateral da perna. Para este último exercício, uma cadeira pode ser usada como apoio.

A prensa de pernas também é uma opção para quem treina em academia. O equipamento permite trabalhar grandes grupos musculares com resistência ajustável.

O agachamento pode ser adaptado. Sentar e levantar de uma cadeira é uma alternativa simples, com uso dos braços apenas se necessário. Conforme a força melhora, o apoio pode ser reduzido. Uma parede ou uma bola de estabilidade também pode servir de suporte. O objetivo é controlar a subida e a descida sem dor e sem perder o equilíbrio, e não descer o máximo possível.

Equilíbrio e frequência

Força e equilíbrio atuam juntos na prevenção de quedas. Marchar parado, caminhar lateralmente, manter os pés mais próximos por alguns segundos e subir pequenos degraus são formas de desafiar a estabilidade. Círculos com os pés e elevações de panturrilha ajudam a trabalhar o tornozelo, região importante para ajustar o corpo quando o terreno muda ou ocorre um tropeço.

Uma referência prática é fazer exercícios de força pelo menos duas vezes por semana. A regularidade é mais importante do que uma sessão muito longa. Carga, repetições ou dificuldade podem ser aumentadas gradualmente, de acordo com a adaptação do corpo. Para quem está começando, poucas repetições bem executadas já são suficientes.

Quem caiu recentemente, sente tontura, tem dor importante, fraqueza de um lado do corpo ou dificuldade para caminhar sem apoio deve buscar avaliação profissional para adaptar os exercícios e reduzir o risco de acidentes. A proposta é preservar movimentos necessários para levantar, caminhar, subir escadas e reagir a desequilíbrios.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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