Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Três hábitos associados ao cuidado com a saúde cerebral no Alzheimer

Atividade física, estímulo mental e vínculos sociais estão entre os fatores que podem contribuir para a saúde cerebral.

Três hábitos associados ao cuidado com a saúde cerebral no Alzheimer

O Dia Mundial do Alzheimer, celebrado em 21 de setembro, reforça a discussão sobre a demência e os cuidados com a saúde cerebral. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima 10 milhões de novos casos por ano. No Brasil, 8,5% das pessoas com 60 anos ou mais convivem com demência.

Idade, predisposição genética e histórico familiar influenciam o risco e não podem ser modificados. Já alguns fatores ligados ao estilo de vida e às condições de saúde podem ser revistos. Entre eles estão sedentarismo, tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade, consumo excessivo de álcool, isolamento social e perdas auditivas não tratadas.

A OMS informa que até 45% dos riscos de demência podem ser atribuídos a fatores modificáveis. A neuropsicóloga Martha Valeria Medina, da NeuronUP, destaca três hábitos que podem fazer parte desses cuidados.

1. Manter o corpo ativo

A recomendação é combinar exercícios aeróbicos e de força, além de reduzir o tempo de sedentarismo. A prática regular de atividade física é apontada como uma forma de contribuir para a saúde cerebral.

“O importante é entender que nunca é tarde demais para agir sobre aqueles fatores que podemos modificar”, afirma Martha Valeria Medina. Para ela, manter-se ativo física, cognitivamente e socialmente continua relevante também em idades avançadas.

2. Estimular o cérebro

Aprender algo novo, ler, resolver problemas matemáticos, estudar um idioma, tocar um instrumento e realizar atividades que representem um desafio mental são maneiras de estimular o cérebro.

A predisposição genética pode aumentar a probabilidade de desenvolver Alzheimer, mas não torna o surgimento da doença inevitável. Por isso, a especialista recomenda a adoção de medidas voltadas à saúde cerebral.

3. Preservar os vínculos sociais

Conversar, compartilhar atividades e manter relações significativas estão entre as ações sugeridas. Evitar o isolamento social também integra esse cuidado.

“A ideia não é apenas treinar uma memória que apresenta dificuldades, mas ajudar a pessoa a manter sua autonomia”, explica a neuropsicóloga. O objetivo é apoiar a realização das atividades cotidianas com a melhor qualidade de vida possível.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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