Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Nível da inundação orienta reparos e pode levar à indenização integral

Classificação em cinco níveis considera os componentes atingidos e indica os cuidados após a entrada de água no veículo.

A classificação do alagamento em cinco níveis ajuda a estimar os reparos necessários e a definir quando o veículo pode ser considerado sem possibilidade de recuperação. O critério principal é a posição alcançada pela água dentro do automóvel, especialmente em relação aos componentes eletrônicos e elétricos.

A divisão foi estabelecida pelo órgão regulador do setor de proteção veicular para padronizar atendimentos emergenciais e orientar as seguradoras na análise dos sinistros. Quanto mais altos ficam os pontos atingidos, maior tende a ser o impacto financeiro, já que lama e umidade podem comprometer equipamentos sensíveis.

No nível A, a água fica restrita à parte inferior da cabine, alcançando a base estrutural e o carpete. A limpeza exige desmontagem e higienização do interior. Já o nível B ocorre quando o alagamento chega aos assentos. Nesse caso, revestimentos, módulos instalados nas áreas inferiores e espumas internas dos bancos podem ser afetados.

A situação se agrava no nível C, quando a água cobre a parte de baixo do painel e atinge relés centrais e chicotes elétricos. No nível D, o alagamento chega ao topo do console frontal, submerge o quadro de instrumentos e alcança módulos de conforto. O custo do reparo pode se aproximar do limite previsto na apólice.

A submersão completa corresponde ao nível E. Nessa condição, a recuperação estrutural é considerada inviável, e as empresas encerram as tentativas de conserto para liberar a indenização integral prevista em contrato.

Depois de um alagamento, não se deve ligar a ignição nem acionar comandos elétricos. Dar partida com o motor inundado pode levar resíduos líquidos às câmaras de combustão e provocar calço hidráulico. Também é recomendado fotografar as marcas deixadas pela água, avisar a seguradora, solicitar o guincho e providenciar a troca dos fluidos contaminados.

A secagem profunda e a desmontagem de sistemas críticos são medidas indicadas antes que a oxidação danifique os conectores eletrônicos. O registro das marcas de lama pode ser usado na abertura do sinistro e ajudar na análise pericial.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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