Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Caiado critica decisão de Dino e defende afastamento de Moraes do STF

Presidenciável afirmou que o ministro Flávio Dino ultrapassou limites ao reintegrar Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal.

Caiado ataca Dino por reintegrar Andrei à PF: "Virou imperador do Brasil"
Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino após a decisão de reintegrar Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). A manifestação ocorreu nesta quarta-feira (9/9), nas redes sociais.

Caiado afirmou que Dino ultrapassou os limites da atuação do Supremo e questionou a segurança jurídica. “Virou imperador do Brasil e implodiu a segurança jurídica”, declarou. Em seguida, escreveu: “Ditadura da Toga, não”.

A decisão de Dino reverteu o afastamento de Andrei Rodrigues determinado na terça-feira (8/9) pelo ministro André Mendonça, em caráter liminar. A medida havia sido acompanhada pelos ministros Luis Fux e Nunes Marques, integrantes da 2ª Turma do STF.

Críticas ao Supremo

Antes da manifestação sobre a reintegração, Caiado defendeu o afastamento do ministro Alexandre de Moraes e criticou a atuação do Supremo. Para o presidenciável, o país atravessa uma crise entre os Poderes, especialmente dentro da Corte.

Ele também apoiou a decisão de André Mendonça e afirmou que a medida atendia ao interesse da sociedade ao tornar públicos nomes relacionados ao caso Master. Segundo Caiado, os eleitores deveriam conhecer possíveis práticas de corrupção e recebimento de propina antes de uma eleição.

Na mesma entrevista, o candidato criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), seus adversários na disputa presidencial. Caiado afirmou que os dois estariam concentrados em questões pessoais, em vez de discutir os problemas do país.

Ao mencionar Lula, citou o chefe de gabinete Marcola. Sobre Flávio Bolsonaro, disse que ele teria recebido uma proposta de repasse de R$ 134 milhões do Vorcaro. Caiado ainda declarou que os dois não participariam de debates por não terem respostas para temas como Vorcaro e o INSS.

O presidenciável avaliou que Lula e Flávio Bolsonaro estão envolvidos em denúncias e que a eleição de qualquer um dos dois poderia dificultar a construção da governabilidade no país.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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