Inquérito sobre filme e acusação contra vice marcam chapa de Flávio Bolsonaro
Senador é investigado no STF por suspeitas ligadas ao financiamento de “Dark Horse”; Alfredo Gaspar nega acusação de estupro de vulnerável.
Senador é investigado no STF por suspeitas ligadas ao financiamento de “Dark Horse”; Alfredo Gaspar nega acusação de estupro de vulnerável.
Mensagens apreendidas pela Polícia Federal indicam que o banqueiro via o então ministro como um de seus principais opositores.
Advogado ligado a Flávio Bolsonaro movimentou cerca de R$ 10 bilhões na Blaze em 2025 e afirma ter compulsão por jogos.
Wilker Leão foi detido em flagrante depois de pintar de branco obras feitas por alunos no Instituto de Artes da UnB, informou a universidade.
Flávio Dino apontou indícios de crimes em diferentes estados e determinou a participação da PF e da Procuradoria-Geral da República.
Candidato do Novo teria pago R$ 150 a integrantes de torcidas para acompanhá-lo durante invasão e agressões no Instituto de Artes.
Wilker Leão foi detido após destruir pinturas de alunos no muro do Instituto de Artes, segundo a universidade.
Antonio Carlos Freixo Junior é apontado como responsável por estruturas offshore e aparece ligado à investigação sobre o financiamento do filme Dark Horse.
Registros recuperados pela Polícia Federal mostram mensagens e chamadas do senador ao dono do Banco Master entre 13 e 16 de novembro de 2025.
Investigação apura contratos do escritório da esposa de Newton Ramos com empresas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Aeronave Legacy 650 também transportou Viviane Barci; registro de viagem de Flávio foi localizado pela Polícia Federal.
Instituto recebeu R$ 2 milhões em emendas, incluindo recursos de Flávio Bolsonaro, Chris Tonietto e Chiquinho Brazão.
E-mail apreendido pela Polícia Federal lista Flávio Bolsonaro e familiares em viagem entre Brasília e São Paulo, mas o voo não ocorreu como reservado.
Mensagens obtidas pela Polícia Federal mostram quatro tentativas de contato e cobranças sobre pagamentos para um filme sobre Jair Bolsonaro.
Inquérito aponta pagamentos de até R$ 4 milhões ligados a garimpo ilegal de cassiterita na Terra Indígena Yanomami.
Registros atribuídos a Adilsinho citam políticos e ex-integrantes de governos, enquanto defesas negam recebimentos e vínculos com o bicheiro.
Mensagens apreendidas com Robson Calixto mostram pedidos para liberar verba destinada a instituto associado à área de influência dos irmãos Brazão.
Conversas apreendidas pela PF registram articulação de jantar e pedido para que o assunto não fosse divulgado.