Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Caiado promete classificar facções como terroristas e limitar gastos públicos

Candidato do PSD também defendeu juros de 7%, cortes em despesas e mudanças na estrutura de combate à corrupção.

Caiado: “Brasil tem estrutura para combater e libertar população do narcotráfico”

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito presidente, vai encaminhar uma proposta para classificar facções criminosas como terroristas. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa neste domingo, na Avenida Paulista, ao comentar a decisão do governo americano de enquadrar facções brasileiras nessa categoria.

O candidato disse que a resposta brasileira não dependeria de governos estrangeiros e declarou: “Ela é uma decisão nossa”. Caiado também afirmou que o país tem estrutura para combater o narcotráfico e libertar a população brasileira. Na avaliação dele, isso exigiria que o presidente não fosse conivente com o narcotráfico, em referência ao governo do PT.

Durante o ato de campanha, o presidenciável conversou com apoiadores reunidos no Conjunto Nacional, que carregavam bandeiras de candidaturas do PSD. Ele também comprou um tênis na Galeria Magalu e gravou um vídeo para a empresária Luiza Trajano.

Propostas econômicas e de segurança

Caiado voltou a defender uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar os gastos do governo a até 50% do crescimento do PIB. Ao falar sobre juros, afirmou que a Selic chegaria a 7% em um eventual governo. Para ele, a taxa é influenciada pelos gastos públicos e a redução permitiria que os setores produtivos competissem com outros países.

Entre as medidas citadas estão o corte de 100% das emendas impositivas, a revisão de incentivos fiscais, auditorias com plataformas de inteligência artificial sobre a distribuição de programas de governo e a redução em 25% dos repasses a Poderes e órgãos independentes.

Na área de segurança, Caiado propôs um processo austero para o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a criação de um órgão que reuniria a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a inteligência da Polícia Federal. O objetivo, segundo ele, seria combater a corrupção.

Questionado sobre a Previdência, o candidato afirmou que o equilíbrio fiscal não deveria atingir primeiro trabalhadores e aposentados e disse que projetos sociais poderiam continuar existindo.

O evento teve a participação de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e candidato a vice-presidente na chapa, além de Mara Gabrilli, Aline Torres e Silvia Abravanel, candidatas a deputada estadual e federal.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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