Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Caiado propõe cortar emendas e limitar despesas para reduzir juros

Candidato afirma que pretende rever incentivos fiscais, auditar programas públicos e reduzir gastos de todos os Poderes.

Caiado promete cortar 100% das emendas impositivas e limitar gastos do governo para reduzir juros
Foto: Walace Lara/TV Globo

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado afirmou neste domingo (20) que pretende cortar 100% das emendas parlamentares impositivas, rever incentivos fiscais e reduzir as despesas de todos os Poderes. As medidas, segundo ele, formam um plano para controlar os gastos do governo e criar condições para a queda dos juros no país.

Durante uma caminhada pela Avenida Paulista, Caiado disse que apresentará uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), com duração de 24 meses, para limitar o crescimento das despesas públicas a, no máximo, 50% do avanço do Produto Interno Bruto (PIB).

Propostas para as despesas públicas

O candidato afirmou que as medidas poderiam levar a taxa de juros para “provavelmente 7%” e a inflação para uma faixa entre 3,5% e 4%. Na avaliação dele, esse cenário daria condições para que os setores produtivos brasileiros fossem mais competitivos em relação aos de outros países.

Caiado defendeu a independência do Banco Central, mas disse que a autoridade monetária atua sobre os juros como consequência dos gastos do governo. Ao explicar sua posição, afirmou: “A causa [da taxa de juros alta] é o governo irresponsável, que gasta mais do que pode”.

Questionado sobre os cortes, ele citou primeiro as emendas parlamentares impositivas. Também mencionou a revisão de todos os incentivos fiscais concedidos no Brasil e a realização de auditorias, com plataformas de inteligência artificial, nos programas de governo. O objetivo seria verificar se as iniciativas estão cumprindo suas funções.

A proposta inclui ainda corte de 25% sobre todos os Poderes e órgãos independentes do governo.

Segurança pública

Na entrevista, Caiado afirmou que as facções criminosas deveriam ser classificadas como terroristas e disse que encaminharia essa mudança caso chegasse à Presidência. Ele também criticou o governo do PT, ao afirmar que o partido seria “conivente com as facções criminosas”.

Segundo o candidato, o Brasil tem estrutura para combater o crime organizado e não depende de decisões de outros países para isso.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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