Casteladas apresenta uma sequência de aforismos e pensamentos em frases curtas, com humor e observações sobre comportamentos cotidianos, política e sociedade. O formato se opõe ao calhamaço e aposta no fragmento como unidade de leitura rápida.
Entre os temas está a circulação de mentiras: elas não precisariam convencer, desde que fossem compartilhadas. A tecnologia aparece também associada à solidão e ao reconhecimento facial, enquanto o ambiente corporativo é descrito por meio da troca de demissões por desligamentos.
A coluna aborda ainda a diferença de tratamento entre quem desobedece à lei e os Estados Unidos, além da gentrificação, definida pela valorização de bairros acompanhada da desvalorização de seus moradores. O poder é relacionado à perda de autonomia, e a civilização, a barbaridades que recebem nomes respeitáveis.
Flávio é citado em um dos fragmentos, que questiona a força de suas declarações apesar das anotações feitas à mão. Trump aparece em uma reflexão sobre a relação com a História. Há também menções a Mal Gvir, à corrupção e à escolha de advogados, além de uma observação sobre homens que entram para a História e sobre a preferência de Trump por colocá-la a seu serviço.







