Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Estudantes britânicas criam robô para abrir aceiros em áreas de incêndio

A equipe Meglabyte desenvolveu o Firebreaker e vai representar a Grã-Bretanha no FIRST Global Challenge 2026, na Coreia do Sul.

Cinco estudantes da Folkestone School for Girls criaram o Firebreaker, um robô projetado para retirar vegetação seca e abrir aceiros durante incêndios florestais. A equipe, chamada Meglabyte, vai representar a Grã-Bretanha no torneio internacional FIRST Global Challenge 2026, realizado em Incheon, na Coreia do Sul.

O projeto começou em 2024, dentro de um clube escolar. As alunas desenvolveram o equipamento com foco na remoção de folhas, galhos e matéria orgânica seca, formando uma faixa limpa capaz de dificultar o avanço das chamas.

Como funciona o Firebreaker

O principal recurso do robô são os braços mecânicos dobráveis, com alcance de cinco metros. A estrutura foi pensada para alcançar pontos de difícil acesso e retirar o material vegetal que pode alimentar o fogo em áreas de mata.

A máquina também foi projetada para operar em solos acidentados. Seu mecanismo articulado favorece o transporte até locais atingidos por queimadas e permite que o equipamento seja manejado remotamente. Dessa forma, os operadores podem permanecer afastados do calor intenso durante a retirada dos resíduos inflamáveis.

Entre os recursos previstos estão a remoção rápida de folhas e matéria orgânica seca, além de uma estrutura resistente para terrenos irregulares.

Participação de bombeiros no desenvolvimento

Para aproximar o protótipo das necessidades encontradas no combate a incêndios, a equipe consultou bombeiros do Kent Fire and Rescue Service. As orientações ajudaram as estudantes a aperfeiçoar os componentes mecânicos e a estabilidade do robô.

A consulta também contribuiu para adaptar a máquina a terrenos irregulares e ao manuseio remoto em situações com fumaça e detritos.

A classificação para o FIRST Global Challenge 2026 levará a equipe Meglabyte a uma competição que reunirá jovens de diversos países. O projeto também destaca a participação feminina na educação STEM e mostra como uma iniciativa escolar pode ser direcionada à criação de soluções para problemas ambientais.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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