Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Flávio Bolsonaro reage a críticas após repercussão de proposta sobre Nossa Senhora Aparecida

Senador atribuiu a divulgação do caso a um movimento da oposição e anunciou medidas nas áreas criminal e eleitoral.

Assustado, Flávio Bolsonaro insulta Globo após onda de repúdio por ataque a Nossa Senhora
Foto: Marina Uezima/Brazil Photo Press/Brazil Photo Press)/AFP

Flávio Bolsonaro reagiu nas redes sociais à repercussão de uma proposta que pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O senador, candidato à Presidência da República, acusou o Grupo Globo e a GloboNews de divulgar informações falsas e afirmou que adotaria medidas nas áreas criminal e eleitoral.

A manifestação ocorreu depois da divulgação de informações sobre um projeto apresentado na Câmara dos Deputados pelo ex-parlamentar e pastor evangélico Victório Galli. A proposta buscava alterar a legislação para substituir o título de “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”.

Relações políticas

Galli foi nomeado em 2019 para o cargo de assessor especial da Presidência da República, durante o governo de Jair Bolsonaro. Antes disso, havia perdido a eleição em 2018. O ex-parlamentar também aparece em registros fotográficos ao lado de Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro.

Atualmente em campanha para retornar ao Congresso Nacional, Galli continua ligado ao grupo político que apoia a candidatura presidencial de Flávio, conforme as informações apresentadas no caso.

Em uma publicação, Flávio Bolsonaro divulgou um mapa digital e classificou a repercussão como um “movimento criminoso e orquestrado” associado à oposição. Em vídeo gravado durante compromissos em Minas Gerais, chamou a denúncia de invenção e afirmou que a divulgação buscava prejudicar sua imagem.

Disputa religiosa e eleitoral

O episódio ocorre durante a corrida presidencial de 2026 e em meio a manifestações de setores da Igreja Católica sobre soberania nacional, meio ambiente, proteção aos povos indígenas e fortalecimento das instituições democráticas.

Também foi mencionada uma declaração de Flávio Bolsonaro de que, caso fosse eleito, assinaria um decreto afirmando que “o Brasil pertence ao Senhor Jesus Cristo”. Juristas e lideranças religiosas interpretaram a promessa como incompatível com o Estado laico previsto na Constituição de 1988 e como uma medida que poderia marginalizar outras manifestações de fé.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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