Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Mateiros combina fervedouros e artesanato quilombola no Jalapão

Município abriga todo o Parque Estadual do Jalapão e reúne atrativos naturais, ecoturismo e a tradição do capim-dourado em Mumbuca.

O município de Mateiros, no leste do Tocantins, concentra todo o território do Parque Estadual do Jalapão. A localização protege áreas de veredas e chapadões, com ecossistemas nativos e biodiversidade, além de colocar a cidade como ponto de saída para expedições guiadas de ecoturismo.

A atividade movimenta o setor hoteleiro e gera renda para moradores locais. Como os acessos terrestres são rústicos e incluem trechos de areia fofa, o planejamento faz parte da experiência. Veículos com tração quatro por quatro são indicados para ligar pousadas e atrativos isolados, enquanto guias credenciados ajudam na navegação pelas trilhas e no cumprimento das regras de conservação.

Águas e paisagens do Jalapão

As Dunas estão entre os cenários do município. Formadas pela erosão arenítica da serra vizinha, elas criam montes de areia dourada próximos a cursos de água límpidos, que podem ganhar tonalidades alaranjadas durante o entardecer.

A Cachoeira do Formiga tem uma piscina natural de águas verde-esmeralda e visibilidade perfeita. Já o Rio Novo se destaca pelo volume de água e pela pureza das correntezas, usadas para contemplação e esportes aquáticos.

Nos fervedouros, a água subterrânea brota sob pressão pelas camadas profundas de areia fina. A ressurgência impede que as pessoas afundem e permite a flutuação em piscinas cercadas por palmeiras nativas. O Fervedouro do Ceiça é apontado como o primeiro aberto à visitação pública. Cada nascente tem vazão própria e cores que variam do azul celeste ao esmeralda, com regras de preservação para proteger o solo arenoso.

A tradição de Mumbuca

A Comunidade Quilombola Mumbuca preserva a tradição do artesanato feito com hastes reluzentes, prática que alcançou projeção internacional e sustenta dezenas de famílias. As mulheres trançam o material com linhas finas extraídas de folhas de buriti.

O manejo inclui a colheita das hastes somente depois da maturação das sementes, favorecendo a regeneração da planta. As técnicas são transmitidas entre gerações e aparecem em peças como cestos decorativos, mandalas, brincos e bolsas.

Para conhecer os principais roteiros sem pressa excessiva, é recomendável reservar pelo menos quatro dias inteiros. Os atrativos também têm horários e limites de banhistas, o que reforça a necessidade de organizar a visita com antecedência.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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