Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Microcimento renova o banheiro sobre cerâmicas antigas com menos quebra

A técnica exige preparar a base, reforçar as juntas e proteger a superfície contra água e vapor.

Microcimento renova o banheiro sobre cerâmicas antigas com menos quebra

A durabilidade do microcimento em banheiros depende principalmente da preparação da superfície e da proteção contra a umidade. Depois da aplicação, a recomendação é fazer a limpeza com sabão neutro diluído em água e panos macios de microfibra. Solventes corrosivos e esponjas abrasivas devem ser evitados para preservar o acabamento.

A impermeabilização é feita com poliuretano bicomponente, um verniz transparente que penetra nos poros do revestimento. Ele cria uma barreira contra o vapor quente e reduz o risco de a água passar para baixo da camada decorativa, podendo ser usado em pisos e paredes do box.

Aplicação sobre a cerâmica

O método permite renovar o banheiro sem retirar todas as peças antigas. A cobertura contínua é aplicada sobre paredes e pisos, reduzindo a quantidade de resíduos pesados e o barulho provocado pela demolição. A obra também pode ser concluída em poucos dias de trabalho.

Antes de receber o novo revestimento, a cerâmica precisa passar por uma inspeção. Placas ocas ou trincadas devem ser retiradas nos pontos afetados, já que a camada aplicada por cima depende de uma base firme. Gordura e restos de sabonete também precisam ser eliminados com uma higienização adequada.

Na sequência, é aplicado um promotor de adesão, seguido por uma argamassa niveladora para corrigir desníveis. As juntas antigas são preenchidas e recebem uma malha de fibra de vidro com massa polimérica. Essa estrutura ajuda a evitar que o desenho dos azulejos apareça no acabamento e contribui para prevenir fissuras causadas por dilatações.

Camadas e acabamento

O microcimento é distribuído em demãos finas com desempenadeira de aço flexível. Pequenos lixamentos entre as camadas retiram rebarbas e deixam a textura uniforme. Ao final, o acabamento acetinado forma uma superfície contínua, sem os rejuntes tradicionais, o que facilita a limpeza e reduz pontos de acúmulo de mofo em áreas úmidas.

A escolha de materiais com polímeros é importante porque a superfície vitrificada dos azulejos tem pouca porosidade. Pastas cimentícias comuns podem não aderir bem à cerâmica. Compostos como o poliálcool vinílico melhoram a ligação entre a massa e a placa, além de contribuir para a resistência mecânica, a elasticidade interna e a menor passagem de água pelos microporos.

Com a superfície nivelada, o ambiente ganha aparência contemporânea e sensação de amplitude, sem a retirada completa das paredes existentes.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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