A sequência usada para passar roupa pode influenciar o consumo de energia e o tempo gasto na tarefa. A orientação é separar as peças de acordo com o tecido e começar pelas que exigem temperaturas mais baixas, avançando gradualmente até as roupas mais pesadas.
A recomendação é destacada pela National Environment Agency, órgão governamental de Singapura. A entidade orienta iniciar o trabalho pelos itens menos exigentes para evitar que a base aquecida precise passar por ciclos repetidos de resfriamento e reaquecimento.
Como organizar a pilha
A primeira etapa é separar previamente as roupas por tipo de tecido e necessidade de calor. Peças sintéticas e de seda devem ser passadas com temperaturas mais amenas. Depois, o seletor pode ser ajustado para níveis intermediários, indicados para materiais como a lã.
No fim da pilha ficam as roupas pesadas de algodão e linho, que suportam graus mais elevados. Com essa ordem, o aparelho aumenta a temperatura aos poucos, sem a necessidade de esfriar a base metálica para voltar a aquecê-la em seguida.
O controle também ajuda a proteger as fibras. O calor excessivo pode queimar ou derreter filamentos sensíveis, além de deixar marcas brilhantes no tecido. Usar a temperatura adequada reduz esses riscos e preserva a textura das peças.
Outros cuidados para economizar
A agência também recomenda acumular uma quantidade significativa de roupas antes de ligar o aparelho. Evitar sessões curtas e diárias diminui a repetição dos aquecimentos iniciais.
Outra medida é desligar o ferro antes de terminar a tarefa e aproveitar o calor residual da chapa para finalizar peças leves. A prática deve ser feita depois que as roupas que exigem mais calor já foram passadas.
Em resumo, a rotina pode seguir três passos: separar as peças por tecido e demanda térmica, começar pelas temperaturas mais brandas e usar o calor restante do aparelho desligado nos últimos retoques.







