Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
Viver bem, todos os dias
Brasil

Ouro Preto preserva arquitetura barroca entre ladeiras e encostas de Minas

Antiga Vila Rica reúne casarões, igrejas, pontes e chafarizes ligados à história da mineração e à obra de Aleijadinho.

As ladeiras de Ouro Preto acompanham as encostas do relevo montanhoso e conduzem a um conjunto de casarões, igrejas, pontes e chafarizes que preserva a memória da mineração colonial. A antiga Vila Rica se desenvolveu como um dos principais centros urbanos da capitania mineira durante o auge da corrida pelo ouro.

Uma cidade moldada pela mineração

A chegada de milhares de pessoas durante o século dezoito transformou o vale em um centro econômico, social e administrativo. O crescimento populacional levou à construção de sobrados nas encostas, formando uma malha urbana espontânea, sem grelhas geométricas convencionais.

Esse traçado acompanha diretamente o relevo e conecta ruas inclinadas, residências históricas e monumentos. Entre os elementos preservados estão casarões coloniais de dois andares com sacadas, chafarizes de cantaria usados no abastecimento de água e pontes de pedra sobre vales e ribeirões.

No ano de mil novecentos e oitenta, Ouro Preto foi declarada patrimônio pela Unesco. O reconhecimento considerou a autenticidade de seus monumentos e marcou a cidade como o primeiro bem cultural protegido em âmbito nacional. A conservação de edifícios erguidos durante os séculos dezoito e dezenove mantém parte significativa do conjunto arquitetônico colonial.

A presença de Aleijadinho

Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho, produziu obras em pedra sabão e madeira e se tornou um dos nomes centrais do barroco mineiro. A Igreja de São Francisco de Assis é apontada como um dos principais símbolos de sua criação em Ouro Preto.

O templo reúne torres circulares e relevos minuciosos, elementos que ajudam a destacar a arquitetura e a ornamentação do período colonial.

Como fazer o passeio

A caminhada pelo núcleo histórico pede preparo físico e calçados confortáveis. As ruas pavimentadas com pedras seculares exigem atenção, especialmente nas subidas e descidas.

Uma forma de organizar a visita é dividir os trajetos por setores, combinando museus, mirantes naturais e igrejas barrocas. Pausas ao longo do percurso ajudam a conhecer os detalhes das construções com mais tranquilidade.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5