Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Plano de Flávio Bolsonaro é criticado por risco de recessão e cortes sociais

Proposta é associada aos modelos econômicos de Javier Milei e Donald Trump, com alerta para desemprego, pobreza e redução do orçamento público.

Plano econômico de Flávio Bolsonaro remete Brasil à catástrofe econômica e social

O plano econômico de Flávio Bolsonaro é apresentado como uma ameaça ao crescimento e ao desenvolvimento social do Brasil, com previsão de cortes drásticos no orçamento público e risco de recessão. A proposta também prevê a participação de funcionários indicados pelo governo americano, caso o candidato do PL vença as eleições presidenciais.

A orientação econômica é associada às gestões de Javier Milei, na Argentina, e Donald Trump, nos Estados Unidos. Na avaliação atribuída ao programa bolsonarista, a adoção desses modelos poderia levar à desestruturação de políticas públicas e à piora das condições econômicas no país.

Argentina e Estados Unidos

Na Argentina, a política econômica de Milei é apontada como responsável pelo fechamento de mais de 31 mil empresas, o equivalente a uma queda de 6,1% no total de companhias do país. Também teriam sido encerrados 245 mil postos formais de trabalho nos últimos 30 meses.

No Brasil, por outro lado, foram criados 3,88 milhões de empregos com carteira assinada nos 30 meses entre janeiro de 2024 e junho de 2026, segundo o IBGE.

Nos Estados Unidos, o texto relaciona a inflação em alta, a perda de empregos e os efeitos da política tarifária de Trump à possibilidade de derrota do presidente e do Partido Republicano nas eleições legislativas de 3 de novembro. Em julho, 23 mil postos formais de trabalho foram fechados.

A política tarifária americana é descrita como responsável por desequilíbrios internos após medidas contra mais de uma centena de países. As declarações de Trump também são associadas ao crescimento da tendência de voto no Partido Democrata.

Daniella Marques, coordenadora do plano de governo de Flávio Bolsonaro, afirmou que “o exemplo é Milei”. A declaração foi feita em referência à política econômica que poderá ser adotada pelo candidato.

A proposta é criticada por representar uma escolha entre cortes no orçamento, aumento da pobreza extrema e redução da qualidade de vida da classe média. O alerta central é de que esse modelo poderia levar o Brasil a um cenário de declínio econômico e social.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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