Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
Viver bem, todos os dias
Brasil

Pré-campanha de Flávio Bolsonaro enfrenta críticas e disputas internas

Aliados apontam centralização, falhas de comunicação e influência do núcleo ligado aos Estados Unidos nas decisões estratégicas.

Fogo amigo e uma crise atrás da outra desgastam pré-campanha de Flávio Bolsonaro
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) enfrenta resistência entre aliados e críticas à atuação do senador Rogério Marinho (PL-RN), responsável por articular a candidatura presidencial do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Integrantes envolvidos na campanha relatam falta de integração entre os grupos que trabalham na pré-candidatura. Na avaliação deles, a concentração das decisões dificulta a acomodação de lideranças políticas e partidárias e contribui para o aumento das disputas internas.

Também há questionamentos sobre a estratégia de comunicação. Aliados afirmam que a campanha tem dificuldade para criar fatos políticos, produzir conteúdo, conquistar espaço na imprensa e influenciar a agenda do debate público.

Parte dos apoiadores avalia que a presença política de Flávio Bolsonaro continua baseada principalmente nas redes sociais e na mobilização espontânea da militância. Para esse grupo, falta uma estratégia profissional de comunicação capaz de organizar essas iniciativas.

Influência do núcleo nos Estados Unidos

As críticas incluem o chamado “comitê dos EUA”. Segundo integrantes da campanha, o núcleo que atua nos Estados Unidos, com a participação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), estaria influenciando ou definindo decisões estratégicas.

Interlocutores da pré-campanha afirmam que essa dinâmica provoca ruídos na comunicação interna, deixa o processo decisório mais lento e reduz o protagonismo da equipe que conduz as atividades do dia a dia.

A tensão aumentou depois da divulgação de um vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do anúncio de tarifas comerciais pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em um documento, o senador não solicita o cancelamento das tarifas estudadas pelo governo norte-americano. O pedido é para que uma eventual implementação seja adiada para depois das eleições presidenciais brasileiras de 2026.

Integrantes do governo federal avaliam que a iniciativa favoreceu politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5