Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Renan Santos pede prisão de ministros do STF ligados ao caso Banco Master

Candidato do Missão também propõe restringir decisões individuais e endurecer critérios para nomeações ao Supremo Tribunal Federal.

Crise no STF: Renan Santos defende a prisão de ministros envolvidos

O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, defendeu o afastamento e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que estejam envolvidos no escândalo do Banco Master. A declaração foi feita nesta quarta-feira (16/9), durante um encontro com apoiadores em Londrina, no Paraná.

Santos afirmou que o próximo presidente precisaria estar livre de envolvimento em casos de corrupção para pressionar o Senado e a população pela saída dos ministros. “O próximo presidente da República não tem de ter nenhum tipo de passado corrompido envolvido nesses escândalos”, disse.

O presidenciável também defendeu que futuras indicações ao STF sejam destinadas a pessoas com reputação ilibada. Entre as mudanças propostas por ele estão critérios mais rígidos para nomeações e a redução dos poderes da Corte, incluindo limites para decisões monocráticas.

Proposta para o Judiciário

Renan Santos disse ainda que pretende retomar um sistema de peso e contrapeso, com maior fiscalização do STF pelo Senado. Segundo ele, os senadores não conseguem exercer esse controle sem receio de retaliação porque a Corte mantém processos relacionados a integrantes da Casa.

As declarações foram dadas após a sessão do STF realizada na terça-feira, 15, que tratou da abertura de uma investigação sobre as relações do ministro Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Em uma transmissão ao vivo ao lado do coordenador econômico de sua campanha, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP), Santos criticou o presidente do STF, Edson Fachin, classificando-o como “fraco” e descrevendo a situação como “horrorosa”.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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