Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Renan Santos retoma campanha após decisão do TSE e mira Augusto Cury

Candidato do Missão teve repasses, redes e participação em debates suspensos antes de voltar a publicar e criticar o adversário do Avante.

O inimigo é outro: Renan volta em guerra com Cury e 'ajuda' de Wagner Moura
Foto: Manoella Mello/Globo

O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, voltou a publicar nas redes sociais depois que o Tribunal Superior Eleitoral reverteu a suspensão dos repasses, das páginas de campanha e da participação em debates. A medida havia sido determinada pelo ministro Dias Toffoli no domingo (30).

A decisão inicial apontou um “erro proposital” no registro da candidatura ao TSE. Segundo o entendimento apresentado por Toffoli, perfis ligados à campanha oficial não teriam sido informados. A omissão permitiu que as páginas continuassem sujeitas a recomendações de algoritmos durante dez dias, prática vedada pela legislação eleitoral.

Durante a suspensão, Renan publicou um vídeo de despedida com 34 segundos. A gravação usou imagens de Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli em preto e branco, além de um trecho de uma fala de Wagner Moura em “Tropa de Elite 2”. Na cena incorporada ao vídeo, o personagem Capitão Nascimento afirma que “o sistema é foda”.

Depois da reversão da medida, o candidato direcionou as críticas a Augusto Cury, do Avante. Pesquisas divulgadas no dia da suspensão mostraram Cury à frente dos concorrentes da chamada terceira via. Na Quaest, Renan aparecia com 3% das intenções de voto.

Críticas a Augusto Cury

Renan compartilhou reportagens sobre a presença de influenciadores investigados no caso Banco Master na campanha de Cury. Em uma publicação, afirmou que o adversário era sócio da Fictor, empresa que teria tentado comprar o banco, e que havia sido impulsionado por influenciadores ligados ao caso.

Na mesma mensagem, citou Thiago Miranda, jornalista ligado a Daniel Vorcaro, e classificou Cury como um candidato do Avante beneficiado por uma eleição despolitizada.

Antes da suspensão, Renan tinha como alvos frequentes Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Após retomar as atividades digitais, também ironizou o aumento do engajamento obtido em um podcast e a permanência de sua candidatura com 3% nas pesquisas. No X, escreveu: “A República acabou e ninguém liga”.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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