Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Renan Santos convoca apoiadores após suspensão de propaganda digital pelo TSE

Candidato afirma que pode crescer nas pesquisas e pede vídeos de apoio enquanto contesta decisão de Dias Toffoli.

Renan Santos aposta em crescimento após decisão de Toffoli e convoca apoiadores a gravarem vídeos: 'Produzam conteúdo aos milhares'
Foto: Daniel Teixeira/Estadão/Estadão

O candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, convocou apoiadores a produzir vídeos depois que o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu sua propaganda eleitoral digital e sua participação em debates.

A decisão também afeta a participação de Renan no debate Momento da Decisão, marcado para 14 de setembro, às 22h, com os principais candidatos à Presidência. O encontro é promovido pelo Terra e outros 10 veículos.

Em áudio divulgado no perfil do Valete Plus na madrugada desta terça-feira, 1º, Renan disse acreditar que a suspensão pode aumentar o interesse do eleitor por sua candidatura. “Muita gente vai começar a querer saber quem eu sou”, afirmou.

O candidato declarou que o crescimento da campanha deve ocorrer mesmo com a ausência das redes sociais, mas pediu ajuda para reduzir os efeitos da decisão. “Produzam conteúdo aos milhares”, disse aos apoiadores, defendendo a gravação de vídeos por dois dias ou três dias. Ele mencionou a necessidade de reunir 10, 20 ou 30 mil pessoas falando sobre os motivos do apoio e sobre o que está acontecendo.

Motivo da suspensão

Segundo a decisão de Toffoli, a campanha não informou todos os perfis que seriam usados na propaganda eleitoral no momento do pedido de registro da chapa. Renan e o vice, Aroldo Medina, apresentaram o pedido ao TSE em 7 de agosto. A relação de redes sociais foi complementada em 19 de agosto, 12 dias depois, com 16 perfis apresentados posteriormente à Justiça Eleitoral.

Para o ministro, a comunicação fora do prazo era relevante porque contas não declaradas poderiam continuar submetidas aos sistemas de recomendação das plataformas. Com isso, conteúdos poderiam ser sugeridos a usuários que não acompanhavam a candidatura, o que, na avaliação de Toffoli, poderia proporcionar vantagem à campanha antes do controle da Justiça Eleitoral.

Renan contestou a decisão. Ele afirmou que a campanha teve problemas no sistema usado pelo TSE para cadastrar as redes sociais, que as falhas foram comunicadas ao tribunal e que outros candidatos também enfrentaram dificuldades semelhantes. O candidato disse ainda que a equipe corrigiu as informações antes de qualquer solicitação do Ministério Público.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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